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Corações cheios de coragem.


“Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.” (João 15:5)

Para os discípulos de Jesus, a noite anterior a sua morte foi terrível. Cheia de conflitos e dilemas. Antes mesmo de a ceia começar Jesus declarou que um deles o haveria de trair, e que Pedro o negaria três vezes. Falou também abertamente sobre sua morte.

Pobres discípulos, não podiam compreender. estavam confusos, aflitos e desmotivados. Jesus então tratou de encorajá-los, “não se turbe o vosso coração...” com essa afetuosa exortação o Mestre tenta tranqüilizar e alentar o coração dos discípulos, na tradução NTLH, é como se Jesus dissesse a eles, “não fiquem aflitos”.

Jesus fez uso de quatro meios diferentes para encorajar aqueles homens: confiança, segurança, resposta e companhia. E queria que esses meios produzissem no coração humano uma paz inexplicável e um ânimo inabalável. Mas como Jesus faria isso?

1) Jesus os encoraja para que tenham confiança:

“credes em Deus, crede também em mim. Na NVI traduz assim: “Creiam em Deus, creiam também em mim”. Aí está o grande segredo para produzir confiança e tranqüilizar o coração: é preciso crer em Jesus! É preciso confiar em Jesus! Essa é uma ordem do próprio Senhor. Para que os discípulos vencessem a desconfiança e a tormenta daquele momento deveriam obedecer a esta ordem.

Jesus desejava que eles soubessem que, mesmo naquela situação difícil, Ele tinha o controle de tudo, e que eles deveriam depender dele e descansar nele.

2) Jesus os encoraja para que tenham segurança:

“Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vos teria dito; pois vou preparar-vos lugar” (João 14:2). Moradas (do grego: mone) se traduz por “cômodos”, que nos dá a idéia de uma casa grande e bonita, onde cada membro da família tem seu próprio aposento. Havia um lugar garantido para todos na casa do Pai. Jesus estava indo antes para preparar os quartos da casa.

Essa promessa nos enche de segurança. É muito bom saber que há lugar para mim e para você lá no céu! E Jesus virá buscar, pessoalmente, os seus seguidores, ele disse: “...virei outra vez e vos levarei para mim, para que onde eu estiver, estejais vós também. (João 14:3).

3) Jesus nos encoraja e nos assegura respostas:

“tudo quanto pedires em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho.” (João 14:13). Jesus assegura aos discípulos que as suas orações seriam ouvidas e respondidas. Ele falava sobre oração pois é um dos melhores remédios para um coração perturbado. Ele reafirma: “Se pedires (...) eu o farei”. Literalmente ele quis dizer, “eu agirei”. Mas para que a oração seja respondida deveria ser feita “em nome de Jesus”. Pedir alguma coisa ao Pai em nome de Jesus denota uma verdade profunda: é pedir o que Jesus pediria. Portanto orar em nome de Jesus é orar em conformidade com a sua vontade. E, em seu nome. a oração alcança o céu, sobe os degraus do trono da graça e chega até Deus, que nos abençoa. O nome de Jesus nos assegura essa resposta.

4) Jesus nos encoraja garantindo companhia:

Jesus falou aos discípulos que voltaria ao Pai. Esse era o principal motivo de tristeza e aflição para eles naquele momento. Talvez estivessem pensando: “O que será de todos nós, sem o Mestre, o que faremos daqui para frente?” Jesus, então lhes faz mais uma promessa, “eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro Conselheiro para estar com vocês para sempre, o Espírito da verdade (...) ele vive com vocês e estará com vocês” (João 14:16-17 - NVI).

Jesus não abandona nem desampara os seus. Não nos deixa sozinhos. Por isso o Espírito Santo veio habitar dentro de nós. Note que Jesus chama o espírito Santo de “outro Conselheiro”. No original, “outro” (do grego: allos) significa “outro de mesmo tipo”, e o termo “conselheiro”, ou “consolador” em algumas versões, (do grego: parakletos), significa “convocado para estar ao lado, alguém para ajudá-lo”. Desse modo, ele é o consolador, companheiro, advogado, defensor, protetor. Os discípulos não ficariam sós, e nem nós estamos sós. Jesus disse: “Não vos deixarei órfãos” (João 14:18), na Bíblia Viva lemos assim: “Não, eu não abandonarei vocês, nem os deixarei como órfãos”.

O coração dos discípulos não precisava se perturbar, e nem o nosso coração precisa, pois o Espírito Santo de Deus habita dentro de nós.

Assim, Jesus encorajou seus discípulos naquela noite. Ele encheu de confiança aqueles corações aflitos, deu-lhes a segurança de que há lugar para eles no céu, e que voltaria para buscá-los. Garantiu que suas orações seriam respondidas e que nunca os deixaria sozinhos. Ele concluiu dizendo: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27).

Que o nosso coração se encha dessa paz e desse encorajamento, pois essas promessas são também para todos nós.

Se você deseja este encorajamento, então, confie em Jesus! Creia que Ele está na direção de sua vida, descanse nos cuidados dele por você e acredite: Cristo está voltando para lhe buscar!


Que Deus lhe abençoe!

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