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Evangelho, poder de Deus para salvação de todo aquele que crê. (Rm 1:16)

Pr José Lima de Farias Filho

“E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos.” (Atos 2:42-47).

Os apóstolos da igreja primitiva obedeceram à orientação espiritual de Jesus para que perseverassem em oração, até que fossem cheios do poder de Deus (At 1:1-8). Eles se puseram aos pés de Cristo, receberam ousadia espiritual e cheios do poder do Espírito Santo pregaram o evangelho de Jesus Cristo e obtiveram resultados extraordinários! (At 2:1-41).

O êxito da pregação apostólica, se deu por duas razões espirituais que jamais devem ser ignoradas pela igreja: A primeira: eles estavam cheios do Espírito Santo, a segunda: pregavam Jesus Cristo aos pecadores (At 2:1-4. 14-36).

O verdadeiro poder de Deus resulta na exaltação de Cristo para a salvação dos perdidos. Elben Lenz Cezar declara que avivamento que não gera empolgação por Jesus não é autêntico. Ele ensina que “é de se esperar que um avivamento traga Jesus de volta ao púlpito e aos bancos da igreja” (Revista Ultimato, Edição 317, Março/Abril de 2009).

Usando, literalmente, as palavras de Lenz Cezar, precisamos ter de volta não apenas aquele Jesus passado e repassado de geração em geração, mas também o Jesus assimilado, que empolga e perturba. Não apenas aquele Jesus de Belém, Nazaré, Cafarnaum. Jerusalém, Cana da Galiléia, Sicar, Gerasa e da região do mediterrânea, mas também o Jesus que, no princípio mais remoto, já era Deus e estava com Deus, que, hoje, está assentado à direita de Deus e, amanhã, voltará em poder e glória.

Precisamos ter de volta não apenas o Jesus conhecido por suas conversas, parábolas, respostas, orações, curas e milagres, mas, também, o Jesus plenamente divino e plenamente humano.

Não apenas o Jesus condenado à morte, pelos poderes religioso e civil, mas também o Jesus que “foi eliminado da terra dos viventes e por causa da transgressão do seu povo foi golpeado” (Is 53:8).

Não apenas o Jesus que experimentou a morte cardíaca e a morte cerebral e que, uma vez morto, foi sepultado, mas, também, o Jesus que afastou, do corpo, as faixas de linho e, da cabeça, o lenço que lá estivera, que se levantou do frio leito de pedra, que fez rolar a tampa do sepulcro e dele saiu, “depois de ter realizado a purificação dos pecados” (Hb 1.:3).

Se, em tempos de avivamento, houver mais curas e milagres do que certezas e empolgação pela pessoa de Jesus Cristo, não será juízo temerário duvidar da sua autenticidade. Quando houver derramamento do Espírito Santo, o joelho, obrigatoriamente, se dobrará ao nome de Jesus e a língua, obrigatoriamente confessará que Jesus Cristo é Senhor para glória de Deus Pai (Fp 2:10-11).
Porque o Espírito remove o véu que encobre a beleza de Jesus e nos livra de perder o Senhor de vista. O próprio Jesus deu testemunho a esse respeito, quando instituiu a Ceia do Senhor, em sua memória contínua, naquela sala grande, mobiliada (guarnecida de almofadas), e arrumada, em Jerusalém, na noite em que foi traído: “O Espírito Santo, que o Pai vai enviar em meu nome, ensinará a vocês todas as coisas e ‘fará’ com que lembrem tudo o que eu disse a vocês” (Jo 14:26 – NTLH). “O Espírito da verdade, que vem do Pai, falará a respeito de mim” (Jo 15:26 – NTLH). “[O Espírito Santo] me louvará, e trará grande honra para mim ao mostrar para vocês a minha glória” (Jo 16:14 – BV).

Queremos esse Jesus vivo, ativo e glorioso na Igreja. Que Ele, Senhor do universo, Senhor da nossa vida se revele e atue no nosso meio de forma impactante, poderosa, gloriosa, salvando e resgatando pecadores, edificando e consolando sua igreja fortalecendo-a e habilitando-a a pregar, com ousadia espiritual o evangelho eterno.

"Ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo sempre. Amém". (Rm 16:27)



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