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O Fujão



Em uma conversa com um pastor, amigo meu, de uma pequena igreja no interior do estado de Minas Gerais, nos deparamos com um problema que atinge, em grande parte, muitos crentes que ao invés de se aprofundarem na palavra de Deus, produzindo assim, “frutos dignos de arrependimento”, para obterem “autoridade” dada pela prática da palavra em suas vidas, buscam, incansavelmente, poder, dos mais diversos tipos.

Nesta igreja, havia um diácono que vivia se gabando [?] de ser muito espiritual, e que Deus o abençoava por demais, e nenhum demônio podia com ele.

Certo dia, uma pessoa trouxe uma mensagem de uma família que solicitava, urgentemente, a presença do pastor em sua casa pois um de seus familiares estava endemoniado.

O pastor, prontamente, atendeu ao pedido, e chamou aquele diácono para ir com ele, sem lhe dizer de que se tratava a mensagem. Ao se aproximarem da casa, já podiam ouvir os gritos e urros que viram lá de dentro. O diácono, desconfiado, perguntou:

- Para onde estamos indo?

- Para aquela casa. Respondeu o pastor.

Ele perguntou de novo:

- O que está acontecendo... naquela casa?

O pastor respondeu: A irmã da dona da casa está endemoniada e você vai orar em nome de Jesus para expulsar o demônio dela.

- Eu? Respondeu espantado o diácono.

- É! Você mesmo!

O pastor, praticamente, empurrou o diácono para dentro da casa, que, tremendo igual vara verde ao vento, procurou logo um lugarzinho perto da janela que estava aberta.

Quando a mulher se virou para ele, ele disse, em alto e bom som:

- Sai dela mas não entra em mim!

- Sai dela mas não entra em mim!

E pulou a janela de um salto só e voltou correndo para casa.


A propósito: O pastor libertou aquela mulher da possessão demoníaca, e nunca mais aconteceu isso naquela família.

Quanto ao diácono; bem; deve estar correndo até hoje.

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