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Naamã um homem poderoso- "Série Homens e Mulheres da Bíblia"



“Naamã, comandante do exército do rei da Síria, era grande homem diante do seu senhor e de muito conceito, porque, por ele o SENHOR dera vitória à Síria; era ele herói da guerra, porém leproso”. (II Rs 5:1)

Nós, cristãos, estamos acostumados a ver e a ter Deus para nós mesmos; sentimos como se ele fosse nossa propriedade particular. Apesar de crermos que só existe um Deus verdadeiro, admitimos que outros povos e nações tenham outros deuses; e, de fato, infelizmente, eles têm outros deuses. Mas, a despeito de tudo isso ser verdade, veremos neste artigo, que o único e verdadeiro Deus pode perdoar e salvar qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo. A experiência de Naamã nos ensinará que Deus é livre, que é soberano para agir como e onde quer. Veremos que Deus é misericordioso e bondoso para com qualquer pessoa que dele se aproxima e nele acredita, independentemente de cor, cultura, posição social, nacionalidade. O gentio e pagão Naamã foi alcançado e transformado por essa maravilhosa graça, tornando-se um adorador do Deus vivo.


I – O que diz a Bíblia sobre Naamã

Para compreendermos corretamente a incrível experiência de Naamã, narrada em II Reis 5, é necessário olharmos o recente ambiente político e espiritual da época.

Naquele tempo, a realidade em Israel era profundamente degradante, pois a nação estava em profunda apostasia. O rei Acabe e a rainha Jesabel haviam enlameado a fé do povo de maneira tão grande que a feitiçaria assumiu o lugar da fé no Deus vivo. Morto Acabe, Acazias assumiu o poder; doente, o novo rei fez questão de aprofundar o declínio espiritual da nação, dando a seguinte ordem a seus servos:

"Ide e consultai a Baal Zebube, deus de Ecrom, se sararei desta doença. Mas o Anjo do SENHOR disse a Elias, o tesbita: Dispõe-te, e sobe para te encontrares com os mensageiros do rei de Samaria, e dize-lhes: Porventura, não há Deus em Israel, para irdes consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom?" (II Rs 1:1-2)

Foi nesse ambiente de enfrentamento da falsa espiritualidade pagã com a verdadeira espiritualidade do Deus vivo que Elias exerceu seu ministério (cf. I RS 18-19). Depois de Elias, Deus levantou Eliseu.

Elias enfrentou a falsa e arrogante espiritualidade interna dos reis de Israel. Internamente, Eliseu, por sua vez, teria de lutar contra a arrogância espiritual dos reis e dos sacerdotes de Israel, e, externamente, teria de lutar contra a arrogância espiritual dos reis e sacerdotes pagãos. Naamã, por exemplo, que era comandante do poderoso exército da Síria, cujo rei era Bem-Hadade (II Rs 8:7), com a permissão de Deus, obtivera grande vitória contra um de seus inimigos. Essa façanha militar deixou-o famoso entre seu povo.

No capítulo 5 de II Reis, a Bíblia diz que "Naamã era grande homem diante do seu senhor e de muito conceito (...); era ele herói da guerra, porém leproso" (v.1). Se Naamã fosse um israelita, jamais teria alcançado ascensão profissional tão alta, pois, em Israel, um leproso era banido da sociedade (cf. Lv 13-14). Mas, conquanto Naamã se sentisse respeitado, evidentemente, desejava se ver livre da lepra. A medicina da época não tinha competência para curar sua doença.

Por sua vez, o deus da Síria, Rimom, também se mostrara incompetente para curar o general. Por conta disso, este homem, mesmo famoso, era infeliz, desesperado. Essa situação incomodou muito o coração de uma menina israelita, que havia sido levada cativa para a Síria e se tornado escrava a serviço da mulher se Naamã (5:2). Não resistindo, a menina “intrometeu-se” no problema de seu patrão, dizendo à sua esposa: "Tomara o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra" (II Rs 5:3).

Imagine a situação: um grande general submetendo-se à sugestão de uma escrava. Como não havia alternativas, Naamã compartilhou a idéia da menina com o rei (II Rs 5:4). Em resposta, o monarca lhe disse: "Vai, anda, e enviarei uma carta ao rei de Israel. Ele foi, levando muito dinheiro" (II Rs 5:5).

Não é de hoje que as pessoas tentam comprar as bênçãos de Deus. Não é de hoje que as pessoas tentam pagar pelo dom de Deus.

A carta do rei da Síria ao rei de Israel era curta e direta: "Logo, em chegando a ti esta carta, saberás que eu te enviei Naamã, meu servo, para que o cures da sua lepra" (II Rs 5:6). Ao ler a carta, o rei Jorão se desesperou: "rasgou suas roupas e declarou: Acaso, sou Deus com poder de tirar a vida ou dá-la, para que este envie a mim um homem para eu curá-lo de sua lepra?" (II Rs 5:7a)

Que decepção: o principal líder do povo de Deus não confiava no poder de Deus! Jorão era um burocrata, um tecnocrata da fé. Ele lia os acontecimentos tecnicamente: "Notai, pois, e vede que [o rei da Síria] procura um pretexto para romper comigo" (5:7b). Deus estava enviando gentios para serem abençoados pelo povo eleito, mas o líder desse povo não tinha o menor discernimento espiritual. Friamente, Jorão interpretou a carta como uma declaração de guerra militar, sem se dar conta de que a guerra era outra: a luta entre o falso deus sírio, Rimom, e o verdadeiro Deus israelita, Yahweh.

A chegada de um grande general estrangeiro em Israel logo foi conhecida de todos, inclusive do profeta Eliseu, que, ao saber do desespero de Jorão, mandou-lhe este recado: "Por que rasgaste as tuas vestes? Deixa-o vir a mim, e saberá que há profeta em Israel" (II Rs 5:8). Que diferença! Jorão rejeitara Naamã; porém, Eliseu se aproximara. De fato, há líderes espirituais e líderes carnais (cf. I Co 3:1). É pena que, muitas vezes, os carnais tendam a se tornar cada vez mais intolerantes e os espirituais cada vez mais arrogantes. Como é difícil o equilíbrio!

O grande general leproso foi ao profeta de Deus, com os seus cavalos e os seus carros e parou à porta da casa de Eliseu (II Rs 5:9). Naamã chegou com pompa, com glamour, como chegam as celebridades. Por ser comandante de uma grande potência mundial, pensava que Eliseu iria admirá-lo como um “grande homem”, como um “poderoso general”.

Talvez Naamã pensasse que Eliseu fosse jogar-lhe confetes, recepcioná-lo curvando-se, beijando-lhe pés e mãos (II Rs 5:11 a). Como é lamentável ver, muitas vezes, certa parcela da igreja dar tratamento diferenciado a determinadas pessoas que julga ser “importante”. E o que é mais grave: às vezes, se trata de aproveitadores, interesseiros de ocasião, gente mundana que é aplaudida como se fosse regenerada. A palavra de Deus, porém, alerta:

"Ninguém dirá que um sem-vergonha é uma pessoa de valor, nem que o malandro merece respeito" (Is 32:5 – NTLH).

Para a decepção de Naamã, o profeta de Deus sequer se dignou a recebê-lo; tão somente lhe mandou este recado: "Vai, lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne será restaurada, e ficarás limpo" (II Rs 5:10).

Teria sido isso uma grosseria de Eliseu? Não! Ele era um homem verdadeiramente espiritual, e, por isso, sabia discernir as coisas espiritualmente (cf. I Co 2:13-14 ); sabia que estava lidando com um homem profundamente arrogante. Eliseu estava certo, pois o general leproso ficou indignado: "Não são, porventura, Abana e Farfar, rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Não poderia eu lavar-me neles e ficar limpo? E voltou-se e se foi com indignação". (v.12)

Explicitamente, o general verbalizou sua arrogância interior; mostrou seu desprezo pela terra e pelos rios israelitas; deixou claro que estar ali era uma grande humilhação e que lhe era ridículo ter de obedecer às ordens de um homem que sequer se dignara a recepcioná-lo. Nesse ínterim, um subordinado de Naamã entrou em cena, e, com ousadia, dirigiu-se ao grande general, dizendo-lhe: "Meu pai, se te houvesse dito o profeta alguma coisa difícil, acaso, não a farias? Quanto mais, já que apenas te disse: Lava-te e ficarás limpo" (II Rs 5:13).

Primeiramente, Naamã teve de se submeter à sugestão da escrava de sua esposa, depois à ordem do servo de Eliseu, e, agora, à orientação de seu próprio servo. Ele não tinha alternativas: ou se humilhava ou voltava para a Síria leproso. O grande general tinha de obedecer àqueles que, segundo suas concepções mundanas, eram “gentalha”. Na verdade, os homens orgulhosos têm imensa dificuldade de escolher entre a vaidade pessoal e a humildade, entre a maneira como acham que devem ser tratados e o jeito arrogante como se conduzem diante das pessoas.

O arrogante Naamã sabia que os rios Abana e Farfar, da Síria, eram limpos; ele estava ciente de que suas nascentes estavam nas montanhas alimentadas por colinas. Também era de seu conhecimento que o rio Jordão era barrento, lamacento e sujo, porque sua nascente era nos vales. Naamã usou a seguinte lógica: seria mais natural que as águas limpas dos rios da Síria pudessem curá-lo, e não as do Jordão. Acontece que Deus não trabalha com a “lógica natural” dos homens. Naamã estava equivocado: as águas não têm poder de curar e o problema não era a qualidade delas, mas, sim, a arrogância dele. Por essa razão, Deus decidiu humilhá-lo, fazendo-o mergulhar num rio lamacento e fedorento, para, depois, curá-lo, não com água suja, mas com seu imenso poder, sua graça e sua misericórdia.

E assim foi feito: Naamã engoliu o orgulho e entrou no rio. Enquanto emergia e submergia, sentia que algo acontecia com seu corpo; a dor das feridas parecia arrefecer-se, a textura da pele dava a sensação de estar alterada; as mãos de Naamã correram por todo o seu corpo e constataram que a pele já não estava cascuda, mas macia como a de um adolescente. Naamã estava curado!

Seu coração acelerou, suas emoções se intensificaram, a voz embargou. O general estava molhado, suas roupas estavam amareladas pela água barrenta, mas agora nada disso importava, diante do milagre; nada importava mais do que ver seu corpo limpo, totalmente purificado. Ao mergulhar sete vezes (o número que expressa perfeição na Bíblia), Naamã aprendeu que só há um Deus perfeito, verdadeiro e Todo-Poderoso, ou seja, o Deus daquele rio sujo de Israel. E isso ele declarou pessoalmente a Eliseu: "Eis que, agora, reconheço que em toda a terra não há Deus, senão em Israel" (5:15 a).

Que ironia! Por incontáveis vezes, Israel trocou o Deus vivo pelos falsos deuses dos gentios ( Js 2:17 ; Jz 10:13; II Rs 17 :17 ; Jr 7:18 ; Os 3:1), enquanto que o gentio Naamã estava abandonando seus deuses e declarando haver só o Deus de Israel. Infelizmente, não são poucas as vezes em que os não crentes dão melhor testemunho do que os crentes.

Naamã estava com um novo corpo e uma nova fé. Ele fez um pedido ao profeta: "... te peço aceites um presente do teu servo" (5:15 b). Mas Eliseu recusou na hora: "Tão certo como vive o SENHOR, em cuja presença estou, não o aceitarei" (II Rs 5:16 ). Ao negar se a recepcioná-lo, Eliseu havia ensinado humildade ao general; agora, ao negar-se a receber seus os presentes, o profeta estava ensinando a integridade espiritual a Naamã, pois o favor de Deus não tem preço (I PE 1:17 -19 ).

Em muitas igrejas de nossos dias, o que se mais vê são as bênçãos de Deus sendo vendidas. De alguma forma, porém, Naamã desejou agradecer a Eliseu: "pediu ao profeta que lhe autorize levar para a Síria uma carga de terra de Israel; seu desejo era nunca mais oferecer holocausto nem sacrifício a outros deuses, senão ao SENHOR" (II Rs 5:17 ). Ao levar essa terra, talvez Naamã estivesse dando uma clara “indicação de sua convicção que Yahweh só podia ser adorado em Sua própria terra" (cf. Êx 20:24); ou, quem sabe, ele levou a terra “e com ela levantou um altar ao Deus de Israel”.

O general sírio desejava expressar, de forma contundente, que reconhecia a graça e a misericórdia de Deus em sua vida, e o fez não apenas se tornando um de seus adoradores fiéis, mas, também, pedindo-lhe “perdão por ser obrigado a acompanhar o rei da Síria ao templo de Rimom e ajoelhar-se com ele diante da imagem, pois o rei apoiava-se em seu braço” (II Rs 5:18 ). Naamã percebeu, portanto, “que o certo era adorar apenas o único Deus verdadeiro”. Desta vez, porém, por ver que Naamã estava agindo corretamente, o profeta Eliseu não rejeitou seu aceno: ouviu seu pedido de perdão e lhe disse: "Vai-te em paz" (II Rs 5:19 ). Foi-se o poderoso general; agora, ex-leproso, ex-arrogante, adorador do verdadeiro Deus, feliz pelo seu novo caminho.


II – Lições da vida de Naamã


1. Cuidemos para não nos tornarmos arrogantes.

A arrogância acompanha de perto a fama e o sucesso. As conquistas humanas são regadas pelo reconhecimento público, pela veneração aos vitoriosos. Não é pecado ser reconhecido por algo que fazemos bem feito. De fato, as Escrituras Sagradas determinam: "a quem respeito, respeito; a quem honra, honra" (Rm 13:11 ). Naamã não sabia lidar com o respeito, nem com a honra; era jactancioso, orgulhoso, vaidoso. Do cume de sua altivez, o general não enxergava o Deus de Israel, nem o valor espiritual desse povo.

Quanta gente, em nossos dias, escudadas por algumas conquistas pessoais, vivem como se Deus não existisse? Quantos desprezam a igreja de Cristo? Essa indiferença é como lepra a corroer-lhes a alma, "porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças" (Rm 1:21). Cuidemos, irmãos, para que nossas conquistas pessoais não nos transformem em pessoas arrogantes e insensatas.


2. Cuidemos para não nos tornarmos incrédulos.

A arrogância gera incredulidade e desprezo. O altivo Naamã não crera voluntariamente na empregada de sua esposa, nem no empregado de Eliseu. Ele desprezara a palavra da serva e do servo de Deus. Aquele general fora além: Ridicularizara a forma que Deus providenciara para salvá-lo e curá-lo (II Rs 5:12). A incredulidade, sem dúvida, é mais danosa que a lepra, pois tem o poder de manter o não salvo condenado e afastar o salvo de seu Salvador.

O autor aos hebreus garante que muitos não puderam entrar [no descanso de Deus, isto é, obter a salvação] por causa da incredulidade (Hb 3:19). Aos que já entraram nesse descanso, ele faz um apelo: "Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo" (Hb 3:12). Cuidemos, irmãos, para que a incredulidade não invada o nosso coração, a ponto de desprezarmos as pessoas simples e a maneira simples que Deus usa para nos salvar e abençoar.


3. Cuidemos para que a humildade seja uma marca em nossa vida.

Enquanto se manteve altivo e arrogante Naamã amargou a lepra e a perdição. Humilhado por pessoas “inferiores” a si, decidiu engolir o orgulho e obedecer ao profeta de Deus. Seu ato de humildade resultou em salvação e cura. A arrogância cedeu à adoração e perdão. Nasceu um novo homem para a vida! Sua transformação foi tão real que, séculos depois, Jesus deu testemunho dela com estas palavras: "Havia também muitos leprosos em Israel nos dias do profeta Eliseu, e nenhum deles foi purificado, senão Naamã, o siro" (Lc 4:27).

A Síria ganhou um general com uma nova estrela: a humildade. Portanto, o cristão precisa lembrar este alerta divino: "Se te remontares como águia e puseres o teu ninho entre as estrelas, de lá te derribarei, diz o SENHOR (Obadias 1:4).

Aja ao contrário disso: Faça da humildade a marca mais importante de sua vida. E lembre-se também: "Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado" (Mt 23:12).


Conclusão

Sem dúvida, Naamã passou por uma experiência transformadora: de homem poderoso e arrogante, a uma pessoa humilde na presença de Deus. Ao voltar curado e salvo para seu país, levou consigo o compromisso de ser fiel ao único e verdadeiro Deus. Não sabemos como viveu, que testemunho deu, que resultados obteve na Síria, mas podemos dizer que sua vida nunca mais foi a mesma; ele mudou para melhor. Podemos até imaginar a alegria da menina, serva de sua esposa, ao ver o poderoso general entrando em casa, limpo da lepra e rendido ao Deus de Israel. "Tomara o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra", dissera ela.

Seu desejo fora satisfeito, sua oração fora respondida.

Só o Senhor é Deus!

Que as bênçãos derramadas na família de Naamã alcancem a nossa vida e a nossa casa. Amém!

Que Deus nos abençoe!



Fonte:
Texto de autoria do Pastor José Lima de Farias Filho
Adaptado para ilustrar a série "Homens de Mulheres da Bíblia - O exemplo dado por eles"

3 comentários:

  1. Olá amigo,

    Parabéns pelo post.

    O texto é excelente e bem completo.

    Interessante, comecei a publicar textos que falam das mulheres da Bíblia e o amigo, textos que falam dos homens. Coincidência ou sintonia cristã?

    Grande exemplo, pois Naamâ aprendeu a ser um servo fiel a um só Senhor, aceitou perder a arrogância, a ser humilde e a ser um homem de fé.

    Parabéns pela escolha.
    Carinhoso e fraterno abraço,
    Lilian

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  2. Olá Lilian, a Paz do Senhor!

    Além desse artigo/estudo, que faz parte de uma série que estou publicando "Homens e Mulheres da Bíblia - o Exemplo dado por eles"

    Já publiquei sobre

    Marta - http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/01/marta-uma-mulher-atarefada-serie-homens.html

    Abigail - http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/01/abigail-uma-mulher-pacificadora-serie.html

    Raabe - http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/01/raabe-uma-mulher-confiante-serie-homens.html

    Te convido a conhecer estes estudos também e se quiser seguir o PC@maral para saber de todas as atualizações.

    Que Deus te abençoe!

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  3. QUE PALAVRAS MARAVILHOSA DE dEUS PAI E VERDADE A Síria ganhou um general com uma nova estrela: a humildade. Portanto, o cristão precisa lembrar este alerta divino: "Se te remontares como águia e puseres o teu ninho entre as estrelas, de lá te derribarei, diz o SENHOR (Obadias 1:4). QUE dEUS ABENÇÕE TODOS NOS OBRIGADO SENHOR POR TUDO

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