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A Fé Que Aguarda A Vinda Do Senhor

Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. (Tg 5:7)

Por Izaias dos Reis

Um dos assuntos mais comentados pelos cristãos de todos os tempos refere-se à volta de Cristo. A Bíblia Sagrada é riquíssima em detalhes sobre esse grande evento que ocorrerá neste planeta. Para os cristãos fiéis, o retorno de Jesus será o dia mais glorioso, quando terá início o desenrolar definitivo de uma nova era de paz. A volta do Senhor Jesus será pessoal, visível e audível. Em Lc 21:27, é-nos dito que Jesus virá com poder e grande glória. Será algo jamais visto, ouvido e sentido por alguém, e a espera por esse dia deve fazer-nos aguardá-lo com toda diligência, na certeza de que esse glorioso dia vai chegar; afinal, essa promessa não foi feita por qualquer pessoa, mas pelo próprio Senhor Jesus (Jo 14:1-3).

É importante afirmar que a vinda de Cristo também foi profetizada por Enoque, quando ele disse que o Senhor virá com milhares de seus anjos (Jd 14-15), sendo que a Bíblia afirma, em Apocalipse 1:7, que ele vem sobre as nuvens e todo olho o verá, cada qual a seu tempo. Que Deus dê a cada um de nós a graça de participar, com alegria, desse grande dia. Neste estudo, o apóstolo Tiago nos ensinará que precisamos manter uma fé perseverante que nos capacite a aguardarmos a volta do Senhor Jesus.

I - ENTENDENDO A MENSAGEM

Como já demonstrado em artigos anteriores, o apóstolo Tiago foi usado pelo Espírito Santo para orientar os cristãos de sua época, e, por extensão, os da atualidade, sobre vários aspectos da vida cristã; no trecho em estudo (Tg 5:7-12), ele alerta seus leitores sobre a importantíssima volta do Senhor. O escritor sagrado orienta os irmãos a aguardarem com paciência a volta de Cristo, não querendo dizer, contudo, que eles deveriam ficar parados esperando o tempo passar; pelo contrário, eles deveriam buscar forças em Deus, a fim de que pudessem continuar firmes na jornada da fé.

O apóstolo declara: Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor (Tg 5:7a). Ser paciente é ter a capacidade de suportar, de perseverar firme diante das lutas e das dificuldades; é manter-se em constante fidelidade e comprometimento com Deus e sua palavra. Quando Tiago diz que os irmãos precisam ser pacientes até a vinda de Jesus, deixa patente que existe um intervalo, um período que os separa, até o aparecimento do Senhor, e é justamente nesse intervalo que eles devem estar de prontidão, isto é, em total alerta e submissão aos ensinamentos divinos. A expressão “Sede pacientes” é makrothymía, em grego, que significa “grande disposição”, revelando uma disposição que não se abate nem mesmo diante das piores catástrofes da vida.

Os ricos ímpios que os maltratavam, impondo-lhes sofrimentos e humilhações (Tg 5:1-6), não deveriam servir de desculpas para possíveis desesperanças, uma vez que o juiz está às portas para julgá-los (Tg 5:9b – cf. Mt 24:37-39). Tiago quer que os irmãos estejam certos de que a justiça divina está próxima, e por essa razão, não haveria motivos para impaciências. É nesse contexto que o apóstolo oferece o exemplo da paciência do lavrador que espera o fruto da terra (5:7b). Ele mostra que, para tudo, existe um tempo, e que nada deve ser atropelado. Segundo Champlin na Palestina as primeiras chuvas ocorriam nos fins de outubro e começo de novembro, cujo objetivo era fazer com que a terra ficasse úmida para germinar as sementes recém plantadas. As últimas chuvas ocorriam entre abril e maio na primavera, as mesmas eram necessárias a fim de que a semente amadurecesse [1]. Assim como os lavradores esperavam e dependiam das chuvas para a sua sobrevivência, como ocorre até os dias de hoje, aqueles irmãos deveriam aguardar, com paciência, a volta do Senhor Jesus Cristo, sem reclamação, sem lamentação, com regozijo, com muita alegria.

Tiago exorta os irmãos a, além de aguardarem com paciência, fortalecerem seus corações, pois a vinda do Senhor está próxima (5:8b). O termo grego usado para “vinda” é parousia, que, no Novo Testamento, significa “a presença ou a aparição do Senhor ressurreto que virá em glória”. Em outras palavras, aqueles fiéis não foram encorajados a aguardar qualquer pessoa, mas alguém que virá em glória e poder. Daí a necessidade de levarem a sério a perseverança, enquanto esperavam a volta de Cristo. Quem virá é o Rei da Glória! E, no tempo em que Tiago escreveu sua epístola, os escritores sagrados acreditavam estar vivendo os últimos dias da história, e, por isso, instavam seus leitores a estarem preparados, apegados à prática da palavra de Deus e com toda fé e ânimo na volta gloriosa de Cristo.

Evidentemente, hoje, há, aproximadamente, dois mil anos depois de Tiago, cá estamos nós, com a mesma certeza e convicção de que Jesus Cristo vai voltar brevemente para buscar a sua igreja querida. É bom que ninguém duvide, pois, em Mt 24:4-14, o próprio Cristo relata os acontecimentos dos finais dos tempos dizendo que surgiriam falsos cristos, guerras, fomes, pestes, terremotos em vários lugares, falsos profetas e tantos outros sinais. Estamos vivendo tudo isso que Jesus predisse! Mais do que antes, é preciso perseverança na fé: aquele que perseverar até o fim será salvo (Mt 24:13).

A volta do Senhor deveria ser o mais alto anelo daqueles cristãos; entretanto, eles ainda não haviam sido plenamente transformados, e, como nós, dependiam exclusivamente da graça e do amor de Deus para evitarem erros e fracassos a que estavam sujeitos. Em razão disso, o apóstolo Tiago os orientou a não se queixarem injustamente dos seus irmãos, a fim de não serem julgados pelo Juiz que está às portas (Tg 5:9). Tiago viu que muitos irmãos, oprimidos pelos ricos, ignorando que o juízo divino chegaria, estavam descarregando suas amarguras em outros irmãos em igual situação. Não podendo atingir os opressores, queixavam-se dos oprimidos, aumentando a sensação de injustiça geral. O apóstolo percebeu que a queixa injustificada e persistente pode levar a julgamentos injustos. A respeito disso, Paulo nos ensina a suportarmos o nosso irmão em amor e a sermos pacientes na tribulação (Ef 4:2; Rm 12:12). Por sua vez, o Senhor Jesus declara que, para que não sejamos julgados, é melhor que não julguemos a quem quer que seja (Mt 7:1), a não ser pela reta justiça (Jo 7:24).

Para mostrar que vale a pena todo e qualquer tipo de sacrifício que resulte na participação feliz que a volta do Senhor proporcionará aos obedientes, Tiago busca referência nos profetas do Antigo Testamento que foram pacientes e não se furtaram a pregar a Palavra e a falar em nome de Deus (Tg 5:10). Para cumprir essa missão, entretanto, eles foram perseguidos, mas se mantiveram fiéis, honrando, com suas próprias vidas, o nome do Senhor (cf. Am 5:10; Jr 2:30; Ne 9:26; Mt 5:12; At 7:52). A perseverança e a paciência dos profetas deveriam servir de exemplo de fé e de coragem para aqueles irmãos e para todos nós, pois eles nunca desistiram do ideal que tinham a cumprir. Deus espera de nós, seus filhos, a mesma postura. Infelizmente muitos têm vacilado na fé e fracassam; se estes se arrependerem, porém, Jesus está pronto a ajudá-los e a fazer-lhes vencedores outra vez.

Além de usar o exemplo de fé viva e verdadeira dos profetas, o apóstolo Tiago foi buscar inspiração na vida de Jó, homem que soube suportar as provações e as aflições, mediante a paciência e a fé no Deus Todo-Poderoso (5:11). Diante do terrível sofrimento por que passou, e muito embora tenha reclamado algumas vezes, ele jamais abandonou a fé em Deus; pelo contrário, apegou-se mais ao Senhor e soube esperar no seu criador, conforme lemos em Jó 1:21: ... e disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o SENHOR o deu e o SENHOR o tomou; bendito seja o nome do SENHOR!. E em Jó 2:9-10: Então, sua mulher lhe disse: Ainda conservas a tua integridade? Amaldiçoa a Deus e morre. Mas ele lhe respondeu: Falas como qualquer doida; temos recebido o bem de Deus e não receberíamos também o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios.

Assim como Jó teve um final de vida feliz, restaurando Deus a sua saúde, a sua família e as suas riquezas (Jó 42:12-16), em razão de sua lealdade e de sua fidelidade, o Senhor deseja conceder uma vida com final feliz para todos aqueles que não negarem o seu nome, e, com paciência, perseverarem na obediência e na fidelidade a sua Palavra. Serão bem-aventurados, receberão a misericórdia e a compaixão do Senhor (Tg 5:11) e ouvirão dele: Vinde, benditos de meu pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo (Mt 25:34). A estes, Tiago exorta a permanecerem firmes na esperança da volta de Cristo, sem usarem irreverentemente o seu santo nome e sem empenharem as suas próprias palavras por coisas que não podem cumprir, pois tal atitude se constitui pecado e pode levá-los à condenação (Tg 5:12).

II - APLICANDO O CONHECIMENTO EM NOSSA VIDA

Pela fé, devemos estar preparados para a volta do Senhor - Diante das opressões da vida, alguns leitores de Tiago fraquejaram e passaram a viver uma fé desordenada: impaciência, fraqueza de fé, queixas injustas, julgamentos injustos e palavras não cumpridas viam-se entre eles. Distraídos pelas tribulações, esqueceram que há um dia para o acerto de contas. O apóstolo admoestou-os a mudarem de atitude, a fim de não serem julgados e condenados, no dia da vinda do Senhor (Tg 5:9,12).

Não é de qualquer maneira que teremos um encontro feliz com o Senhor Jesus. A parábola das dez virgens deixa bem claro que é preciso preparo, pois ninguém sabe o dia e nem a hora em que o Senhor virá para buscar a sua noiva; a única coisa certa é que devemos estar preparados para que este dia não nos pegue de surpresa (Mt 25:1-13). O apóstolo Pedro garante que Jesus virá como o ladrão que não avisa a ninguém (II Pe 3:10), confirmando o que lemos em I Tessalonicenses 5:2-6: ... porque vós mesmos sabeis muito bem que o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite, Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele Dia vos surpreenda como um ladrão; porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos e sejamos sóbrios.

Prezado leitor, será que, devido às tribulações da vida, você não está vivendo uma fé demasiadamente descompromissada com a palavra de Deus e, conseqüentemente, aproximando-se demais do padrão de vida do mundo? As lutas estão lhe esfriando a fé? E o que é pior: Não estaria você desejando ardentemente as coisas mundanas, achando que o mais importante é viver o momento, desfrutar dos prazeres pecaminosos? Vivendo assim, seu encontro com o Senhor não será nada feliz. Como conhecedor das verdades bíblicas, você deve estar atento, para não cair no laço do diabo e sofrer as dolorosas conseqüências. Para que você não seja julgado e condenado na volta de Cristo, prepare-se! Comece a colocar em prática, hoje mesmo, estas palavras de Cristo: Acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que o vosso coração fique sobrecarregado com as conseqüências da orgia, da embriaguez e das preocupações deste mundo, e para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente, como um laço. Pois há de sobrevir a todos os que vivem sobre a face de toda a terra. Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem. (Lc 21:34-36)

Pela fé, devemos aguardar com esperança a vinda do Senhor - A opressão infligida pelos ricos estava deixando muitos irmãos desesperados; cada vez mais os oprimidos tinham menos recursos e os opressores, mais. Como disse Asafe: Eis que são estes os ímpios; e, sempre tranqüilos, aumentam suas riquezas (Sl 73:12). A falta de recursos materiais afetou a vida espiritual dos irmãos, causando-lhes a sensação de injustiça generalizada. Então Tiago lhes garantiu: Eis que o juiz está às portas (Tg 5:9). Com isso concorda o escritor aos Hebreus: Porque ainda um poucochinho de tempo, e o que há de vir virá e não tardará (10:37). Essa deve ser a nossa esperança. A nossa fé, como a dos demais cristãos fiéis que aguardam, com esperança, a volta do Senhor, deve estar robustecida e viva, assim como Jesus Cristo, que vive e está à direita do Pai, aguardando somente o momento de vir buscar o seu povo para estar sempre ao seu lado. Brevemente, aparecerá, no céu, o sinal do Filho do Homem vindo sobre as nuvens, a fim de colher os seus escolhidos, nos quatro cantos da terra. Enquanto muitos colocam suas expectativas nos bens desta terra, nós devemos estar aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus (Tt 2:13).

Portanto, sempre que os ricos ímpios nos oprimirem e oprimem a nosso povo, criando a sensação de que a injustiça e a corrupção são invencíveis, causando, em nosso coração, nervosismo, queixas, desesperanças, vontade de fazer justiça com as próprias mãos, lembremo-nos: Eis que o juiz está às portas! Confie e espere no Senhor! (Sl 37:3-5) Ele fará sobressair a tua justiça como a luz e o teu direito, como o sol ao meio-dia (Sl 37:6). Saiba que a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas (Fp 3:20).

Desta forma, nós devemos investir a nossa vida e a nossa esperança no reino dos céus, onde está a nossa pátria e onde ninguém poderá roubar nada do que é nosso (Mt 6:19-20). Estejamos firmes nesse propósito.

Pela fé, devemos aguardar, em obediência, a vinda do Senhor - A opressão dos ricos havia causado desesperança, e esta, desobediência; uma frieza quanto à prática da palavra de Deus tomou conta da vida de muitos irmãos. Foi quando Tiago alertou: a vinda do Senhor está próxima (Tg 5:8). Havia o perigo iminente de muitos serem pegos em total desobediência aos mandamentos de Deus.

Amados, brevemente, veremos o céu sendo enrolado, os anjos de Deus tocando a trombeta; presenciaremos o Filho do Homem vindo sobre as nuvens dos céus, com toda glória e autoridade, para arrebanhar seus servos e suas servas que vivem na face da terra. Para os obedientes, será um dia em que a perpétua alegria lhes coroará a cabeça; o regozijo e a alegria os alcançarão, e deles fugirão a dor e o gemido; sobre os que em Sião estão de luto [se lhes dará] uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo SENHOR para a sua glória (Is 51:11, 61:3); mas, para os desobedientes, um dia de alvoroço, de atropelamento e confusão é este da parte do Senhor; dia de indignação, dia de angústia e dia de alvoroço e desolação, dia de escuridade e negrume, dia de nuvens e densas trevas (Is 22:5; Sf 1:15).

Para que encaremos esse dia com alegria e regozijo, precisamos obedecer ao Senhor e a sua palavra. Jesus chama de bem-aventurado aquele servo que, quando ele voltar, achar fazendo assim (Mt 24:46). Nossa vida deve ser santa, piedosa, imaculada e irrepreensível (II Pe 3:11-14). Portanto, enquanto o Senhor permitir que vivamos nesta terra, devemos continuar obedecendo aos seus mandamentos e aos seus preceitos, sem jamais desviarmos os nossos passos, pois obedecer-lhe não é algo impossível, uma vez que tudo posso naquele que me fortalece (Fp 4:13). Paulo pediu a Timóteo: ... guardes o mandato imaculado, irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo (1 Tm 6:14). Essa recomendação paulina serve para nós, cristãos da atualidade, que, em vez de tristeza e dor, queremos alegria e prazer, quando nos encontrarmos com o Senhor.

CONCLUSÃO

A fé que deve nos sustentar firmes até a vinda do Senhor Jesus Cristo não deve, em hipótese alguma, estar firmada nas coisas que se vêem, mas, sim, naquelas que não se vêem, pois lutamos e buscamos aquilo que não vemos na nossa dimensão, que é a nossa morada celestial. Tamanha e indescritível será, para todos os santos, a alegria daquele dia em que o Filho do Homem aparecerá nas nuvens dos céus, com milhares de seus anjos. Então, nós o veremos face a face: Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos (1 Jo 3:2).

Temos, portanto, um desafio pela frente, que é vivermos e praticarmos tudo o que foi ensinado no presente estudo. Nada neste mundo deve ofuscar a nossa esperança de estarmos de pé naquele grande dia. A mesma certeza que os irmãos da igreja primitiva tinham, em relação à volta do Senhor, nós também devemos ter.

Que o Espírito Santo sempre conserve em nós o desejo de nos encontrarmos com o nosso Salvador, como foi prometido, quando de sua ascensão aos céus: E, estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto Jesus subia, eis que dois varões vestidos de branco se puseram ao lado deles e lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir. (At 1:10-11)


Referências Bibliográficas:

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[1] CHAMPLIN, R. N. O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. São Paulo: Candeia, 1995, vol. 6, p. 76.

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Fonte: Texto de autoria da Pr. Izaias dos Reis - Estudo sobre a fé baseado na epístola de Tiago - Reproduzido e divulgado no PC@maral

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