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A Descentralização Da Cruz

Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.(1 Coríntios 1:18)

A palavra de Deus alerta os cristãos quanto a seus verdadeiros adversários: Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais (Ef 6:12). O capítulo doze do livro de Apocalipse ensina que a briga entre o bem e o mal vem da eternidade, e, com essa revelação, procura ampliar a visão espiritual dos cristãos, para que compreendam a natureza desse conflito cósmico e de todas as questões que o envolvem, a saber: uma guerra entre um grande dragão vermelho (Satanás) e uma mulher celestial (a Igreja).

Mas em que consiste a guerra do Dragão contra a Igreja? Sabedores de que, sem a cruz de Cristo, não há justificação, santificação, glorificação, enfim, não há libertação plena do reino das trevas, Satanás, seus demônios e os falsos profetas trabalham para tirar a cruz do centro da fé cristã; dentre as muitas estratégias que utilizam, destaco quatro:

1) - O MODERNISMO

Em outubro de 1993, a editora Abba Press lançou no Brasil o livro Icabode - da mente de Cristo à Consciência Moderna, de Rubem Martins Amorese. Há treze anos, Amorese procurou alertar a igreja brasileira sobre os perigosos fenômenos da vida moderna: a pluralização, a privatização e a secularização dos valores, dos princípios, das atitudes.

A PLURALIZAÇÃO: Amorese comparou o fenômeno moderno da pluralização com um grande supermercado onde se oferece uma enorme quantidade de opções para um mesmo produto: variados tipos de chocolate, de tênis, de sabonete, de relógio, de gravata, de creme dental. O consumidor escolhe a marca que mais lhe agrada, e, assim, com o passar do tempo, vai amadurecendo-lhe a consciência de que, na vida, há alternativa para tudo, uma vez que tudo é uma questão de escolha.

O mundo moderno é o da variedade, em cujas prateleiras dos supermercados os indivíduos desenvolvem uma consciência de eleição, de opção, de preferência pessoal. Para manter esta visão, a indústria sufoca os consumidores com "um novo produto", "uma nova marca"; sedimenta-se na sociedade a cultura do "lançamento", da "novidade". A propaganda faz a sua parte: cria a necessidade de consumir. As prateleiras enchem-se de produtos de todos os tipos, com embalagens irresistíveis.

A consciência plural invade a mente de tal maneira que, na falta de outras marcas, o sujeito se revolta; sem perceber, transporta essa visão para outras áreas da vida, de forma que, quando se vê sem opções em questões em que não há alternativas, rejeita a única saída existente e cria maneiras novas de pensar e viver aquela realidade. E assim os absolutos passam a ser rejeitados com uma naturalidade assustadora; verdades antes recebidas sem desconfianças, agora não passam de opção de igual valor a outras verdades criadas... princípios morais tornam-se mera questão de opção, justificados por razões estritamente particulares... é por isso que ser gay ou ser lésbica é apenas uma questão de opção; ser cristão, budista ou muçulmano é apenas questão de opção; tudo é igual; isso é pluralização.

A PRIVATIZAÇÃO: A privatização é decorrente da pluralização. Com a consciência de que tudo na vida é apenas uma questão de opção, o cidadão moderno usa a liberdade para concordar e discordar, sem que ninguém lhe diga se está certo ou errado. A vida privada é caracterizada pelo estilo "cada um na sua", sendo que as escolhas de cada um não diz respeito aos outros; as alternativas são privadas, pessoais, de exclusiva responsabilidade de cada indivíduo.

No mundo da vida privada, o que torna as pessoas comuns não é o coletivo, mas o particular, o individual, a opção; a harmonia entre as pessoas não ocorre pelo compartilhar das experiências, mas pelo respeito à opção dos outros. Esse modelo de vida é comparado a um zoológico, onde há uma variedade de vida selvagem, mas em cativeiro. Trata-se da fragmentação da comunidade, do isolamento das vidas, da individualização absoluta.

Com essa mentalidade, cada vez mais veremos pessoas revoltadas, ao verem suas opções contestadas, e em crise, por não conseguirem impor aos outros seu estilo privado; enfim, cada vez mais veremos as pessoas se afastando umas das outras com a frase símbolo da privatização: "Dá licença?". Essa é a prova definitiva de que a vida humana caminha para o egoísmo e para a solidão: "Não se meta na minha vida! Dá licença?"

A SECULARIZAÇÃO: O produto final da pluralização e da privatização é a secularização, fenômeno em que as idéias absolutas e as instituições que as representam vão perdendo cada vez mais significado, respeito e força. Mas o problema não está nas verdades absolutas, nem nas instituições, mas nas pessoas modernas que não as valorizam, em razão de suas mentes terem sido moldadas aos padrões deste século.

Na verdade, a secularização faz com que as pessoas não aceitem mais a Deus. Noutras palavras, a mente moderna rejeita o Deus da Bíblia e aceita o deus deste século, como bem afirma a Bíblia: o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus (II Co 4:4). A secularização é a luta dos valores do mundo contra os valores do reino de Deus, levando os cristãos a uma vida de contínua tensão. Como conciliar os ensinos de Cristo com o que é ensinado nas novelas da televisão e vivido pela sociedade? Como obedecer à Bíblia num mundo regido pela lógica do mercado, pelos novos padrões de moralidade, de prestígios, de poder, vendidos aos consumidores, como se fossem uma nova religião?

Talvez Paulo estivesse vendo isso, ao admoestar a moderna igreja de Roma com estas palavras: Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. (Rm 12:1-2)

O intento do maligno é claro:

Com a pluralização, ele afirma que a religião verdadeira não é a ensinada por Cristo, mas a que a pessoa escolhe entre várias alternativas.

Com a privatização, declara que as decisões morais corretas não são as declaradas por Cristo, mas as que a pessoa toma por critérios estritamente pessoais.

Com a secularização, proclama que nenhum princípio e nenhuma instituição religiosa têm autoridade para dizer às pessoas o que é certo ou o que é errado.

Com tudo isso, Satanás deseja esfacelar a comunhão entre Cristo e sua Igreja; Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós. (...) a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; (Jo 17:11,21-22), e, assim, tornar Jesus desnecessário.

2) - O UNICISMO

O maior inimigo dos cristãos, contudo, é interno. Secularizados, muitos cristãos afastaram-se de Cristo, por terem absorvido uma visão equivocada sobre o Deus revelado nas Escrituras Sagradas. A Palavra apresenta um Deus trino, indivisível, único; a teologia chama o Deus da Bíblia de Trindade Divina, ou seja, o Deus que se manifesta em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; estas três pessoas divinas são o único Deus porque têm a mesma essência, o mesmo propósito, os mesmos atributos.

O que muitas igrejas fazem com a Triunidade Divina? Tentam dividi-la! Como? Afirmando que somente o Pai é Deus, que Jesus Cristo foi apenas um ser humano iluminado e que o Espírito Santo é somente uma energia divina. Há igrejas que supervalorizam o Deus Espírito Santo, diminuindo a autoridade do Pai e do Filho. Essa tentativa de fragmentação da Trindade Divina é chamada de unicismo, cujo alvo é diminuir a autoridade de Cristo, por ser ele a pessoa da Divindade em quem foi centralizada a salvação da humanidade, uma vez que a comunhão com o Deus Trino só é possível pelo Filho: Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim (Jo 14:6).

Em certo sentido, o unicismo tenta "privatizar" as três pessoas divinas, como se agissem independentemente uma da outra e atuassem baseadas em critérios estritamente pessoais. É lamentável vermos igrejas ortodoxas destacarem mais a pessoa do Pai, igrejas mais tradicionais evidenciarem mais a pessoa de Cristo, e igrejas pentecostais enfatizar mais a pessoa do Espírito Santo.

Ambas as posturas fazem o jogo das trevas, porque a Bíblia Sagrada ensina que a Trindade Divina é indivisível. A Divindade é adorada através do Senhor Jesus Cristo, que, em razão de ter sido morto na cruz, recebeu do Pai todo o poder nos céus e na terra; por essa razão, quando Cristo é adorado, o Pai e o Espírito Santo são glorificados (Jo 13:31-32, 14:13-26, 16:13- 15, 17:4-5; I Co 3:16; II Co 3:17; Rm 16:7; Gl 4:6; Fp 2:11; I Pe 1:11, 4:11,14).

3) - O PENTECOSTALISMO

Com os valores modernos dominando a mente dos seres humanos, os cristãos por eles afetados passam a expressar uma espiritualidade sintonizada com o curso deste mundo.
O pentecostalismo, e, sobretudo, o neopentecostalismo, conquanto expresse uma fé cuja ênfase é o poder de Deus, sua tendência é exaltar o poder do Espírito Santo deslocado da cruz de Cristo. As experiências ocorridas no dia de Pentecostes, narradas em Atos dois, são proclamadas pelos pentecostais com o fervor, a devoção e o entusiasmo devidos; essa dedicação, porém, nem sempre é vigorosa, quando se trata das experiências ocorridas naquela quarta-feira, às três horas da tarde, quando o Filho de Deus foi erguido num madeiro duro para salvar o que se havia perdido (Lc 19:10).

Nessa visão de espiritualidade, o poder do Espírito Santo sobressai-se ao poder de Cristo. Uma igreja pentecostal crê no poder do Espírito Santo; os irmãos em Cristo são incentivados e devem buscar, constantemente, as graças derramadas no dia de Pentecostes, mas, precisamos estar atentos para não invertermos os valores espirituais que as Escrituras Sagradas revelam. Na Bíblia, a cruz vem antes do Pentecostes; este é resultado daquela. Isto quer dizer que não existe Pentecostes sem cruz! E mais: Não existe Pentecostes sem ressurreição! Poder por poder é fanatismo; fé por fé é loucura.

O poder do Espírito só é construtivo quando os crentes estão alicerçados na palavra da cruz, que é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus (I Co 1:18). Somente depois do evento da cruz (da morte de Cristo), somente depois do evento do túmulo (da ressurreição de Cristo) é que vem o Pentecostes. Observe como este é posterior e condicionado à morte, à ressurreição e, também, à ascensão de Cristo: Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei (Jo 16:7). O Espírito Santo só desceu depois que Jesus subiu aos céus e foi recebido em glória (Sl 24:7-10; I Tm 3:16; Ap 5:9-14).

Contudo, o Consolador não desceu para que igrejas revestidas de seu poder o transformem numa sombra de Cristo; pelo contrário, o Espírito Santo veio para tornar cada vez mais visível e imprescindível a obra da cruz, sua missão é revelar Cristo e seus ensinamentos, a fim de que os pecadores sejam salvos (Jo 16:1-15). O Espírito Santo não veio para ser "o novo Deus" a ser adorado; ele não distribui seu poder para ser reconhecido, destacado e glorificado pelos homens, tão pouco seu poder é derramado para que um grupo de crentes exiba uma espiritualidade superior a outro grupo; o Espírito Santo derrama seu poder para purificar o coração de toda imundícia.

Quem afirma esta verdade é o apóstolo Pedro, homem que participou do Pentecostes: E Deus, que conhece os corações, lhes deu testemunho, dando-lhes o Espírito Santo, assim como também a nós; e não fez diferença alguma entre eles e nós, purificando o seu coração pela fé (At 15:8-9). Eis o objetivo no Pentecostes: purificar os corações. Isto comprova que a ação do Espírito visa manter viva e eficaz a obra de Cristo, que é perdoar os [nossos] pecados e nos purificar de toda injustiça (I Jo 1:9; cf. Tt 2:13-14; cf. At 2:37-38).

Portanto, quando enfatizamos o poder do Espírito Santo de forma a ocultar a obra da cruz, fazemos o jogo do inimigo. Nosso adversário deseja que busquemos o poder pelo poder, a fé pela fé, o milagre pelo milagre; mas as Escrituras nos ensinam o contrário, ou seja, que o poder do Espírito nos é concedido para que exaltemos o poder de Cristo.

4) - O ANIMISMO

Animismo é uma doutrina pagã que prega o uso de objetos materiais em rituais religiosos como um meio eficaz de curar e libertar os fiéis. Noutras palavras, o animismo ensina que elementos materiais inanimados têm poder para alterar realidades. Não se pode negar que todas as religiões se utilizam de rituais para expressar a essência da fé que professam, no caso do cristianismo, os ritos mais importantes são: o batismo nas águas, a ceia do Senhor e o lava-pés, que são expressões visíveis de uma realidade espiritual invisível implantada pelo Espírito Santo na vida interior dos salvos por Cristo.

Nesse sentido, a unção com óleo sobre pessoas fisicamente doentes representa também um ato da misericórdia do Senhor Jesus Cristo que cura, levanta o caído, sendo que, se a prática de pecados for a razão da enfermidade, ele perdoa mediante confissão. Contudo, os elementos materiais contidos nestes ritos são apenas "símbolos" da obra salvadora em suas várias dimensões. Isso significa que a água do batismo não tem poder para limpar pecados, que a água do lava-pés não tem poder para produzir humildade, que o pão e o vinho não têm poder para dar vida espiritual, que o óleo não tem poder para curar enfermidades; de forma simbólica, estes elementos tornam visível a obra invisível da salvação realizada por Cristo e demonstram a nova realidade de vida daqueles que estão sendo santificados pelo Espírito Santo.

Esta é a visão bíblica, tradicional, ensinada e praticada por Cristo e seus apóstolos. Com os fenômenos da pluralização, da privatização e da secularização, entretanto, cristãos modernos, ávidos por novidades, contaminaram a igreja de Cristo com uma avalanche de novos rituais e de novos símbolos. O neopentecostalismo usa e abusa de objetos materiais na ministração de curas e de libertação espiritual das pessoas. Assim, usam-se óleo, galho de arruda, copo com água, sal grosso, suco de uva, pedras, peças de roupa, carteiras de trabalho, fotografias, utensílios do culto judaico, enfim, a lista de objetos é ilimitada.

Toda essa parafernália é usada, veja você, como "ponte de contato" para que as pessoas sejam libertas e curadas por Cristo. Sessões secretas de quebra de maldição são realizadas nos porões da casa de Deus, novos convertidos são untados com óleo em seus "pontos-chácra", visitantes preenchem formulários com centenas de "nomes de demônios", casas e carros são ungidos com óleo, templos são banhados por dentro e por fora com suco de uva; bairros de cidades são banhadas com óleo, pessoas endemoninhadas são ungidas com óleo, e até urina humana está sendo usada para demarcar território de guerra espiritual.

Estamos vivendo um novo animismo; a apostasia chegou! Ao trocarmos Jesus Cristo por objetos e rituais humanos, afastamo-nos da cruz, a fonte que Deus providenciou para nos encher com toda a sorte de bênçãos espirituais. Estamos nos esquecendo dessas verdades eternas e libertadoras; estamos permitindo que Satanás nos distraia com seus truques espirituais; estamos trocando o Criador pelas coisas criadas.

O Espírito Santo, porém, nos faz lembrar que o evento da cruz credenciou Cristo a exercer toda autoridade nos céus e na terra. Foi lá que ele cancelou o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz (Cl 2:14-15).

Portanto, na cruz, nosso Senhor conquistou o direito de exercer autoridade sobre todos os seres do universo e domínio absoluto sobre todas as situações da vida; seu sangue é suficientemente poderoso para purificar os pecados e seu nome é suficientemente poderoso para curar todas as enfermidades e libertar os oprimidos do diabo. Precisamos abandonar urgentemente a diabólica confiança no poder de objetos e ritos humanos, redirecionar a nossa fé no rumo da cruz, e agir como Davi: Agora sei que o SENHOR salva o seu ungido; ele o ouvirá desde o seu santo céu com a força salvadora da sua destra. Uns confiam em carros, e outros, em cavalos, mas nós faremos menção do nome do SENHOR, nosso Deus (Sl 20:6-7).

A luta contra o mal não é vencida com o uso de objetos humanos, mas com a prática da fé no poder de Deus: Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu vou a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado (I Sm 17:45). Por meio da fé, homens e mulheres fiéis a Deus subjugaram reinos, praticaram a justiça, obtiveram promessas, fecharam a boca de leões, extinguiram a violência do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram força, fizeram-se poderosos em guerra, puseram em fuga exércitos de estrangeiros. (Hb 11:33-34)


Leia a segunda parte AQUI

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Fonte: Texto de autoria do Pastor José Lima de Farias Filho compartilhado no PC@maral - SÉRIE A CENTRALIDADE DA CRUZ

3 comentários:

  1. Não faça confusão!
    Os pentecostais e neopentecostais só são assim porque sabem o que Jesus fez na cruz por todos...
    Crer na manifestação do Espirito Santo é consequência da salvação.Pedro pregou para uma multidão de 3 mil pessoas depois do que ocorreu em Atos 2...

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  2. Querido anônimo

    Muitos pentecostias e neopentecostais invertem sim o valor da cruz de Cristo. Muito não querem saber de cruz só querem saber de receber o poder adquirido na cruz por CRISTO.

    Poder para se sobressair sobre os outros irmãos como se fossem superiores ou detentores de uma graça maior. É um fato! Encontramos isso em milhares de igrejas.

    O poder do Dia de Pentecostes foi derramdo para que tivessem intrepidez para pregar a palavra de Deus! Este é o real sentido do revestimento no Espírito Santo - PREGAR O EVANGELHO QUE SALVA. Não um mero falar de linguas e "rodopiar" na igreja.

    Poder para sair e coragem para pregar a palavra com risco até de perder a propria vida por JESUS.

    Você tem visto isto? Dificil! O que vemos é retetés e profetadas e linguas das mais estranhas sem efeito e sem propósito.

    Enquanto não tomarmos a nossa cruz e fizermos o que JESUS nos ordena, DA MANEIRA COMO ENSINOU, de nada adianta nosso pentecostalismo ou neopentecostalismo. Será tudo vaidade e correr atrás do vento!

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  3. Já é a quinta página sua que leio e me encontro em todas elas. Não sei exatamente sua religião (de fato nem a minha, sei apenas ser CRISTÃ)mas minha crença se encontra com a sua. Suas palavras fazem sentido para mim de uma forma muito ampla; seja no que tange à realidade à minha volta, como ao microcosmo interno e à escritura sagrada. Adoro também sua articulação e eloquência. Parabéns! Suas palavras abençoadas encontraram mais alguém, e quiça outro dia, mais outro alguém, e mais outro alguém... E que estas belas palavras continuem encontrando as pessoas que precisam delas. Que Deus continue te iluminando sempre.
    Obrigada!!!

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