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A Fé Que Acode O Doente


Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor. (Tg 5:14)

Este texto de Tiago foi escrito para ajudar irmãos da igreja primitiva a reconhecerem a soberania divina, a orarem e louvarem a Deus pelos momentos de alegria ou de aflições. Os tempos mudaram, mas nossa geração pós-moderna também precisa destes ensinos para não ser enredada, uma vez que, hoje, em nome do evangelho, afirma-se que o crente é dono de todas as coisas, que é filho do rei e que não pode passar por aflições, sob pena de ser submetido a sessões de confissão para ser concertado. Nesse processo, a unção com óleo é usada de forma indiscriminada.

Então, encontramos cristãos descontrolados, orando por razões de felicidade e de aflição. Há quem põe tudo a perder, quando passa por momentos de alegria, e, desconhecendo as maneiras cristãs de expressar isto, erra ao extravasar, passa do limite, perde o controle, ascende fogo estranho no altar. De igual modo, há quem se desespere; quando surpreendido pelos dias difíceis, entrega-se ao desatino, desvia-se do cuidado divino. A inspirada proposta de Tiago desafia os cristãos de todos os tempos a orarem incessantemente, mesmo diante dos problemas, da enfermidade, da felicidade, da confissão de pecados, do perdão.

I - Entendendo a mensagem

No início de sua epístola, Tiago incentivou seus leitores a orarem (Tg 1:5). Agora, no final, volta a pedir-lhes que orem (Tg 5:13-18). Ao retomar esse tema, ele trata de três situações na vida dos cristãos: o sofrimento, a alegria e a doença. Além dos demais problemas já tratados, fica evidente que havia sérios equívocos, quanto à prática da oração, especialmente, quando relacionada a enfermidades e à prática da unção com óleo aos enfermos. É a esses irmãos que Tiago se dirige com as seguintes palavras: Está alguém entre vós sofrendo? Faça oração. Está alguém alegre? Cante louvores. Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. (Tg 5:13-15)

Para cada problema, Tiago apresenta uma solução prática: quem está sofrendo, deve orar; quem está alegre, deve cantar, isto é, louvar em forma de ações, e quem está doente, deve pedir oração aos presbíteros (cf. Fp 4:6). Ele afirma que não existem fórmulas mágicas, nem ações humanas espetaculares para a solução das questões que estavam tirando o sossego de seus leitores. Para o escritor sagrado, a oração é o caminho da solução para as pessoas vitimadas pelas aflições da vida. Veja como Tiago não inventa fórmulas espirituais mirabolantes: Está alguém entre vós aflito? Ore. Estas aflições são os embates do dia-a-dia, pelos quais todos passamos, ou, nos dizeres de Champlin, [1] “essa palavra visa descrever aqueles que sofrem por qualquer tribulação, aperto, necessidade, privação ou enfermidade.”

O cristão precisa reconhecer suas limitações frente aos infortúnios da vida, apresentar isto a Deus em oração, pedindo a ele que o ajude a suportar estes momentos e aguardar, com resignação, a resposta divina. Ao contrário das “palavras de ordem” e das “decretações” meramente emotivas e humanas, a atitude de levar os problemas a Deus com humildade, precede a vitória (I Pe 5:6-7). Sabemos que a vocação carnal é mesmo para a falha (Pv 16:1; Lm 3:39), de modo que, não raras vezes, nossos planos resultam em prejuízos e motivos para preocupações intermináveis, ou somos frustrados pela excessiva confiança em “autoridades espirituais” que nos prometem muito além do que podem ou estão dispostas a executar.

Os leitores de Tiago não deveriam reagir às aflições com murmurações e muito menos com bravatas, tão comuns entre os descrentes, uma vez que estas atitudes erradas não fazem outra coisa senão afastar os cristãos de Deus. Mas, ao contrário, a oração sincera e reconhecedora do poder divino, feita com a convicção de que Deus pode até mesmo responder diferentemente do que pedimos, irá trazer-nos a paz almejada e estranha ao mundo, conforme Paulo (Fp 4:6-7). Assim, o autor sagrado garante que, se o aflito orar, receberá conforto divino, sentir-se-á feliz e passará a louvar a Deus, reconhecendo que ele é digno de louvor. É por isso que Tiago diz: Está alguém alegre? Cante louvores. Embora a sugestão seja feita a pessoas contentes, não significa que decorra de um estado de coisas perfeitas, mas da qualidade do conhecimento de Deus que a pessoa passa a desfrutar, depois de ter orado e vencido algumas aflições.

Outro aspecto enfatizado pelo apóstolo é a unção de pessoas enfermas com óleo, ministrada pelos presbíteros (Tg 5:14-15). O que se pode inferir desta passagem é, novamente, a relevância da oração, não mais é feita pelo doente físico, mas pelos presbíteros da igreja em seu favor. Mas, por que orar e ungir com óleo? Os judeus e muitos povos antigos usavam o óleo como um produto medicinal, mas não o aplicavam em todas as doenças, porque havia outros tipos de medicamentos. O óleo era usado principalmente para curar ferimentos (Is 1:6; Ez 16:9; Lc 10:34). O Antigo Testamento nunca atribuiu ao óleo poderes sobrenaturais para curar enfermidades. Portanto, Tiago bem sabia que o óleo não possui poder algum para conduzir a benção da cura divina sobre o doente; e, certamente, não usou a expressão ungindo-o com óleo apostando na capacidade medicinal atribuída ao óleo pelo povo. Se assim fosse, qualquer irmão poderia ministrar a unção ao enfermo; Tiago, porém, restringe esse ato aos presbíteros. Por quê?

A explicação que mais se alinha com o Antigo Testamento, a Bíblia que Tiago usava, é a que entende o óleo como um “símbolo” da ação divina na vida do doente. Na antiga aliança, objetos eram ungidos com óleo como símbolo de consagração para uso exclusivo no serviço de Deus; sacerdotes eram ungidos como representantes de Deus para cuidarem da vida do povo (Lv 4:5, 6:20, 16:32); após as intervenções espirituais destes ungidos (Lv 9:8-22), os israelitas viam e desfrutavam da gloriosa presença de Deus e tinham a fé fortalecida (Lv 9:23-24).

O público alvo original de Tiago era composto de judeus convertidos à Cristo (Tg 1:1). Acostumados com as ministrações espirituais sacerdotais, Tiago os faz entender que, na nova aliança, não existe mais a unção de objetos e nem de pessoas para liderarem espiritualmente o povo, uma vez que os salvos já são ungidos pela presença plena do Espírito Santo (Lc 4:18; At 10:38; II Co 1:21), chamado, em Hebreus 1:9, de óleo de alegria. É nesse contexto que Tiago garante àqueles irmãos que seus novos líderes espirituais, os presbíteros, podiam ungir apenas a pessoa doente “a fim de simbolizar que ela estava sendo ‘separada’ para receber atenção e cuidado especiais de Deus.” [2] Com isso concorda Champlin, ao declarar que o óleo “... era usado meramente como sinal visível e tangível do poder de Deus; e os primitivos cristãos criam que o Senhor curaria o enfermo, quando assim fizessem, porque, com tal ação, confirmavam sua fé em Deus”. [3]

Vista como prática confirmadora da fé ou como símbolo do poder de Deus, não se pode alegar que a unção deva ser ministrada no local da enfermidade ou da dor. Já sabemos que tanto Tiago quanto os presbíteros da igreja primitiva sabiam que o óleo aplicado como unção não tinha poder curador. Através da unção, o enfermo apenas confirmava sua fé em Deus e, por isto, passava a esperar do Senhor a cura. Percebemos que a unção não era algo banalizado, praticado de forma indiscriminada.

Outra prova de que a unção com óleo é apenas um símbolo do poder curador de Deus é que, se ela não for aplicada em nome do Senhor, de nada valerá, pois Cristo é quem tem todo o poder no céu e na terra (Mt 28:18; Mc 6:13; Lc 9:1), e é em nome dele que as pessoas são curadas (Mc 16:17; Jo 14:13-14, 15:16, 16:23). Era dessa forma que os seguidores de Jesus agiam (Mc 6:12-14; At 3:6,16, 4:7,10). Nesta mesma linha de interpretação é que temos de entender o que Tiago afirma no versículo quinze: E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Não é o óleo que cura; é a oração da fé. Não é o presbítero quem cura; é o Senhor quem o levanta.

Por outro lado, não é crível que este texto sagrado tenha sido proferido com o propósito de dar à unção com óleo o poder perdoador que só Cristo tem ou de revesti-la de função purificadora que só o sangue de Jesus Cristo tem. Segundo Moo, a igreja romana, com base Tiago 5:14-15, desenvolveu o sacramento da “extrema unção” (Concílio de Trento XIV), de forma totalmente errada. Ele explica que, para os católicos, “Este sacramento tem o propósito de remover qualquer vestígio de pecado e fortalecer a alma da pessoa que está morrendo (a cura é considerada apenas uma possibilidade)”. [4] Ao contrário disso, o texto sagrado é claro em mostrar que a unção deve ser feita mediante oração, em nome de Jesus, que tem poder para curar quem, quando e onde ele quiser. Logo, a unção não é para a morte, mas para a vida. Isto, porém, não quer dizer que Deus tem a obrigação de curar todas as pessoas que são ungidas; quando Deus quer, ele cura; quando não quer, não cura. Muitos fiéis foram curados; outros, entretanto, morreram. Nosso Deus é soberano.

Quanto à sentença e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados, Tiago a expressa na condicional: se. Sabedor de que há enfermidades resultantes de pecados (Dt 28:15-28; Sl 28; Is 38:17; Mc 22:5; Jo 5:14; I Co 11:30), Tiago ordena: Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo (Tg 5:16). Em outras palavras, o que o apóstolo está dizendo é isto: “Se for o caso de a enfermidade ter raízes em pecados, confesse-os a pessoas maduras e responsáveis e ore a Deus; ele o perdoará, levantará e curará”. Insistindo na necessidade da oração, a despeito da situação, o texto nos ensina a manter o corpo de Cristo unido, buscando a reconciliação, quando necessário. Em Mateus 18:15-17, é-nos dito que o ofendido deve tomar providências para ver sanado o problema de relacionamento instalado no corpo de Cristo.

Contudo, duas advertências são cabíveis, segundo Champlin. A primeira consiste em que esse texto sagrado não deve ser interpretado no sentido de que os fiéis devem submeter-se a sessões de confessionário e de que um ser humano, seja ele quem for, arrogue-se do poder de perdoar pecados. A segunda consiste em que é inaceitável a manipulação que, muitas vezes, se faz dos irmãos, nos cultos: alguns são submetidos a sessões de confissão pública; outros contam suas mazelas; outros, ainda, são obrigados a repetir palavras de confissão proferidas pelo ministrante, que, com requintes de abuso, faz o ofensor abraçar e declarar amor ao ofendido. É evidente que Tiago, tão cioso pela ordem e pela organização do corpo de Cristo, não pretendeu esta degeneração.

É ainda importante refletirmos que, à luz da palavra de Deus, não existe sustentação para o argumento favorável à unção de pessoas endemoninhadas, no intuito de libertá-las do demônio. Se a unção com óleo, para expulsar demônios, fosse uma prática sadia, o próprio Jesus teria usado esse expediente e ensinado a seus discípulos; mas não o fez. A cura a que se refere o texto se limita a doenças físicas apenas, uma vez que as espirituais são curadas mediante a oração feita em nome do Senhor Jesus (às vezes, com necessidade de jejum), podendo ser realizada por qualquer irmão.

Tiago termina seus argumentos sobre a oração citando um exemplo do que afirmara no final do versículo 16: Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo. Dentre os muitos justos da Bíblia, ele escolhe Elias [que] era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou, com instância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses, não choveu. E orou, de novo, e o céu deu chuva, e a terra fez germinar seus frutos. (Tg 5:17-18)

Elias não era perfeito. Com a exceção de Jesus, ninguém é. Mas o profeta era justo; por isso, orava e Deus alterava as estações do tempo, as realidades, as pessoas. Tiago garante que somos como Elias: cheios de defeitos; mas, se vivermos de forma justa, oraremos, e, da fraqueza, tiraremos força, porque o Senhor nos ouvirá e agirá poderosamente.

II - Aplicando o conhecimento em nossa vida

Na hora da aflição, eu preciso confiar em Deus

O apóstolo Tiago afirma que todos os servos de Deus são passíveis de sofrer profundas aflições. Num gesto realista, ele pergunta: Está alguém entre vós sofrendo? Sim! No mundo, passais por aflições (Jo 16:33). Porém, a solução é extremamente simples: Faça oração. É pena que muitos cristãos deixam de confiar nesta Palavra; acham as propostas do Evangelho simples demais para seus complicados problemas pós-modernos. Surgem, então, os especialistas em libertação, com fórmulas e ritos espirituais exóticos, para um público consumista, ávido por novos produtos; gente que exige nova espiritualidade, nova ministração, nova liturgia, nova pregação, nova unção, nova igreja, novo evangelho, novo Deus. Cai por terra a confiança na simplicidade; cumpre-se o que Paulo temia: Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo (II Co 11:3).

Amado irmão, a vitória contra as aflições da vida não está nas modernas concepções de espiritualidade e métodos de libertação, mas na simplicidade de nossa fé em Cristo. Sem ele, a vida é nada (Jo 15:5), pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos (At 17:28). Está você aflito com a situação do casamento, dos filhos, do trabalho, do futuro? Ore a Deus! Confie nesta proposta simples, mas divina. Você não pode resolver seus problemas sozinho, tampouco suas preocupações podem contribuir para a solução das mazelas da vida, mas você tem um Deus que o ama, zela por você e o escolheu. Não tema! (Sl 121; 125:1)

Na hora da doença, eu preciso da ajuda dos servos de Deus

O apóstolo Tiago afirma, também, que todos os servos de Deus são passíveis de sofrer enfermidades físicas. Está alguém entre vós doente? Evidentemente, sim! Só no céu é que a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram (Ap 21:4). Então, o que fazer? Chame os presbíteros da igreja! Na aflição e na alegria, o cristão é orientado a orar individualmente, mas, quando doente fisicamente, deve procurar a ajuda dos ungidos de Deus, que poderão orar e ungir o doente com óleo, mas é a oração da fé que salvará o enfermo.

Essa prática ordeira é vista no ministério dos discípulos de Cristo. Eles curavam numerosos enfermos, ungindo-os com óleo (Mc 6:13). No Novo Testamento, somente Tiago e Marcos registram essa prática; em ambos, a unção é aplicada apenas em pessoas com enfermidades físicas.

Em nossos dias, porém, a unção com óleo está sendo amplamente banalizada; praticada com um despudor de dar vergonha à Igreja de Cristo. Alguns irmãos ungem automóveis, casas, roupas íntimas, enfim, coisas; outros, vão além: ungem pessoas em cerimônia de noivado, de casamento. Há, ainda, a unção sobre endemoninhados, a unção coletiva e outras que virão. São pessoas que causam grandes contendas espirituais na Igreja de Cristo. Não querem entender que o sistema de unção do Antigo Testamento foi cravado na cruz, por ser apenas sombra das coisas que haviam de vir (Cl 2:17). Agem como as pessoas as quais Tiago se dirigia, vindas do judaísmo, acostumadas com objetos ungidos e com sacerdotes ungidos. Foram corrigidas pelo apóstolo, que lhes garantiu que, na Igreja de Cristo, a unção é feita exclusivamente pelos presbíteros e é restrita às pessoas fisicamente enfermas.

Isso nos alerta, portanto, a não banalizarmos o símbolo da graça de Deus para os enfermos, a usarmos a fé corretamente. Se assim fizermos, quando enfermos, pediremos o auxílio dos presbíteros, e, por eles, Deus nos levantará.

Na hora da alegria, eu preciso ser grato a Deus

O apóstolo Tiago garante, porém, que a vida do cristão não é só de aflição e de doenças. Está alguém alegre? Claro! Quem tem a Cristo, vive com alegria indizível e cheia de glória (I Pe 1:8). Logo, Cante louvores! Não se exige voz bonita, afinada, treinada, e nem a presença de um grande público; na sua individualidade, quem está alegre pelas vitórias alcançadas, deve orar cantando, louvando, agradecendo a Deus. Infelizmente, muitos cristãos, sempre insatisfeitos, sempre querendo mais de Deus, sempre acumulando bênçãos, demonstram uma gratidão que se reduz à exibição de sua alegria, quando, numa igreja cheia de gente, testemunham sua prosperidade. A Bíblia não é contra o testemunho público, mas, em Tiago, ela desestimula o testemunho despido de piedade e manipulador da fé. Para o escritor sagrado, os momentos de alegria são oportunidades para orarmos com discrição, agradecendo a Deus.

Quantas vezes vemos cristãos que se julgam quase deuses: dizem que podem tudo, que têm tudo, que recebem tudo que pedem. Cheios de bênçãos, parecem não respeitar o Senhor; acham que podem instruí-lo, pois, em suas orações, além de exigirem as bênçãos, detalham-nas e dizem como Deus deve fazer. Pessoas que assim agiram acabaram ganhando uma grave depressão; outras caíram da fé. Na hora das alegrias, precisamos ter humildade para que a atitude de gratidão não enverede para o exibicionismo.

Portanto, irmão, quando Deus o livrar das aflições e das doenças e a alegria invadir seu coração, siga estas verdades: ore, cante louvores e alegre ao Senhor, que diz: Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que meus filhos andam na verdade (III Jo 1:4).

Concluindo

A Bíblia é clara em definir a fé como o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem (Hb 11:1). Já ouvi muitas tentativas de explicação da fé, mas ela é alto explicável na medida em que conhecemos a razão de nossa fé, que é Cristo e seu reino. Como foi dito no inicio deste estudo, o cristão não pode ser enredado e nem ser objeto de manipulação de pessoas desajustadas. Por isso, quando você estiver aflito ou doente e a resposta não vier na medida de seu pedido, não pense que Deus não está ouvindo ou que não o ama, pois ele não é déspota. A Paulo, após, pelo menos, três orações, Deus respondeu com sua graça inefável e, quem sabe, seja esta a resposta de Deus a você também. Se for, e Deus o sabe, reaja com alegria e firmeza, para que o poder de Cristo repouse sobre você também (II Co 12:9).



Referências Bibliográficas:


[1] CHAMPLIN, R. N. O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. São Paulo: Milenium Distribuidora Cultural Ltda., vol. 6, 4a Impressão, 1983. p. 81.

[2] MOO, J. D. Tiago – Introdução e Comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 2005, p.178.

[3] CHAMPLIN, R. N. O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. São Paulo: Milenium Distribuidora Cultural Ltda., 1983, 4a Impressão, Vol. 6, p. 81.

[4] MOO, J. D. Tiago – Introdução e Comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 2005, p.177.

Fonte:
Texto de autoria da Pr. Hermes Pereira de Brito - Estudo sobre a fé baseado na epístola de Tiago

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