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Perdoados e Limpos

Por PC@maral

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça (I Jo 1:9)

Quando entristecemos o nosso Deus, sejam por pensamentos, palavras, ações ou omissões, cometemos pecado, e muitas são as conseqüências. O sentimento de culpa e impureza é a conseqüência mais evidente. Na realidade, o pecado atrai o peso da mão do Senhor [aplicação de justiça], e a condição espiritual de que estamos sujos. Creio que estas sensações são benéficas, por que demonstram que Deus não desistiu de nos amar e que deseja resolver essa situação, o que somente ele pode fazer: libertar-nos do pecado e dar-nos outra chance. Talvez seja por isso que a necessidade de recomeçar e de se limpar seja tão latente nos seres humanos.

A garantia de que Deus nos dá sempre uma chance para recomeçarmos, ao limpar-nos da sujeira do pecado, é dada pela morte e pela ressurreição de Jesus Cristo, pois, sem derramamento de sangue, não há remissão (Hb 9:22), e como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição (Rm 6:4-5).

A Palavra de Deus nos garante vitória; porém, o Senhor não pode nos transformar, se não admitirmos que cometemos pecados e se não formos à sua presença, em atitude humilde de confissão. Confissão é algo difícil, mas indispensável; é sinônimo de quebrantamento, de reconhecimento de erros cometidos e de renúncia destes erros. Quando confessamos nossos pecados, estamos dando um basta a um círculo vicioso de transgressões e rompendo as correntes da escravidão espiritual: Ou dizemos não ao pecado ou Deus nos dirá não. Sem Deus, estaremos eternamente perdidos: sem as promessas bíblicas, sem o conforto e a direção do Espírito Santo, sem paz, sem alegria, sem objetivo de vida, sem perspectiva de salvação, sem a presença do Senhor e sem a sua glória, por toda a eternidade.

Davi, conforme está escrito, no Salmo 51 experimentou amargamente o que é viver longe da vontade do Pai. Desesperado orou: Lava-me completamente da minha iniqüidade e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões e o meu pecado está sempre diante de mim. Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos (...) lava-me, e ficarei mais alvo que a neve (...). Não me retires o teu Santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação (VV. 2-4,7, 11, 12).

Podemos, diariamente, escolher entre andarmos sujos esmagados pela culpa, ou perdoados e limpos, pela fidelidade, pelo amor, pela graça, pela misericórdia e pelo poder de Deus.
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PC@maral

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