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Onde deveríamos ver Jesus?

Fazei justiça ao fraco e ao órfão, Procedei retamente com o aflito e o desamparado. (Salmo 82:3)

Por Derval Dasilio em Escritos&Artigos


Vamos dar a palavra ao Salvador. Perguntaram-lhe certa vez: “Quando foi que te vimos como imigrante e sem-teto, e te recebemos em casa, e sem roupa e te vestimos? Quando foi que te vimos doente ou preso, e fomos te visitar? Então o que reina (no Reino dos céus) lhes responderá: Eu garanto a vocês: todas as vezes que vocês fizeram isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizeram. Depois o Rei dirá aos que estiverem à sua esquerda: – Afastem-se de mim, malditos. Vão para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. Porque eu estava com fome, e vocês não me deram de comer; eu estava com sede, e não me deram de beber; eu era estrangeiro, imigrante, sem-teto, e vocês não me receberam em casa; eu estava sem roupa, e não me vestiram; eu estava doente e na prisão, e vocês não me foram visitar.Também estes (amaldiçoados, perplexos…) perguntarão: – Senhor, mas quando foi que te vimos com fome, ou com sede, como estrangeiro, ou sem roupa, doente ou preso, e não te servimos? Então o que reina (no Reino dos céus) responderá a estes: – Eu garanto a vocês: todas as vezes que vocês negaram quaisquer dessas coisas a um desses pequeninos, foi a mim que negaram” (Mateus 25,25-45).

No meio dessa gente esmagada, pisoteada, era onde ele exigia ser visto e visitado por seus seguidores. Deveríamos vê-lo, portanto, onde ele está, enquanto enviado em missão do Pai? Ou deveríamos vê-lo por trás de um balcão de vendas de indulgências, comércio da graça, negociação da salvação, onde a ganância torna-se virtude “evangélica”? Poderíamos, ainda, acreditar que ele está por trás do pastor arremedo de psicanalista, no púlpito ou no gabinete privado, que se coloca como intérprete dos céus para a solução dos problemas emocionais, bem-postos com sentimentos de culpa (e não do pecado da ganância), insaciáveis mas indecisos sobre o que vão gastar, diante de “problemas consumistas”, seus e de seus filhos? Se é assim, esqueçamos o que Jesus disse.

Ao menos sejamos honestos, rasguemos as páginas do Evangelho, esqueçamos Jesus, e sinceramente vamos cuidar de alcançar a graça barata que nos oferecem diariamente nas igrejas. As contas com Deus ficam para depois…


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