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Pastores cuidem bem do seu rebanho

Pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho. (I Pd 5:2-3)

“O Pastor é Show! Com o uso da psicologia e auto-ajuda, uma nova geração de pregadores dá espetáculo e reinventa a fé que mais cresce no Brasil”.

Este foi o assunto de capa da edição 1964 da revista Veja produzida pelas repórteres Camila Pereira e Juliana Linhares, e que circulou em 12 de junho de 2006. Acesse aqui a reportagem enfatiza que “o discurso atual [dos pastores] dá mais ênfase ao pragmatismo e à pró-atividade do fiel do que ao sobrenatural”.

O Pragmatismo constitui uma escola de filosofia, com origens nos Estados Unidos da América, caracterizada pela descrença no fatalismo e pela certeza de que só a ação humana, movida pela inteligência e pela energia, pode alterar os limites da condição humana. Este paradigma filosófico caracteriza-se, pois, pela ênfase dada às consequências - utilidade e sentido prático - como componentes vitais da verdade, leia mais aqui. Isso quer dizer o seguinte: as mensagens são cada vez menos doutrinárias, e cada vez mais motivacionais.

Desde a publicação desta reportagem, a situação se agravou e as pregações e apresentações de pastores intensificaram-se “profissionalmente” tomando um status de “apresentação teatral”, “espetáculo”, performances recheadas de técnicas de oratória e PNL – Programação Neurolinguística.
A Palavra de Deus que transforma, foi substituída pela "palavra de vitória", "palavra profética" para "fortalecer o crente diante das dificuldades". Essa palavra não produz transformação, produz, hoje, apenas satisfação momentânea, efêmera, por isso existem tantos crentes doentes, e até mortos espiritualmente dentro das igrejas "evangélicas". Trata o sintoma mas não trata a enfermidade.



A Programação Neurolinguística (ou simplesmente PNL) é um conjunto de modelos, axiomas e crenças que seus praticantes utilizam visando principalmente ao desenvolvimento pessoal e profissional. É baseada na idéia de que a mente, o corpo e a linguagem interagem para criar a percepção que cada indivíduo tem do mundo, e tal percepção pode ser alterada pela aplicação de uma variedade de técnicas. A fonte que embasa tais técnicas, chamada de "modelagem", envolve a reprodução cuidadosa dos comportamentos e crenças daqueles que atingiram o "sucesso". VEJA + AQUI.



A Revista Veja mostra, ainda, que o modo como esses novos pastores lidam com a igreja também mudou. Técnicas modernas de gerenciamento vêm sendo amplamente utilizadas por eles na administração do rebanho. Mas será esta a forma mais adequada de lidar com o rebanho de Deus? O que a Bíblia tem a nos dizer sobre o exercício do ministério pastoral? O que ela espera daqueles que têm sob a sua responsabilidade o cuidado das ovelhas? O que significa, na prática, cuidar bem delas? O que significa, na prática, cuidar bem do rebanho de Deus?

I. Perseverando até o fim

Após tratar, de maneira direta, da boa conduta dos cidadãos (2:17) dos escravos (2:18-24), das esposas (3:1-6), dos maridos (3:7), Pedro passa a abordar, nesta última seção ética da sua carta, sobre a conduta correta dos pastores e do rebanho. Ele mostra como ser um bom pastor e uma boa ovelha no rebanho de Deus. Ao se dirigir àqueles que receberam a responsabilidade de cuidar pastoralmente do rebanho, o apóstolo enfatiza especialmente a importância da motivação correta (5:1-4). Em suas palavras aos que recebem os cuidados pastorais, ele destaca, principalmente, necessidade da postura humilde (5:5-7).

1. A obrigação pastoral

Nesta parte da sua carta, Pedro se dirige especificamente àqueles que foram constituídos pelos apóstolos ou pelos seus auxiliares para pastorear e presidir a igreja de Cristo (At 11:30, 14:23, 15:2, 20:16, 21:18; I Tm 5:17; Tt 1:5; Tg 5:14), utilizando as seguintes palavras: Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós (...) pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós (5:1a–2a). O significado da palavra traduzida como pastorear (poimaino) é genérica, abrangendo todo trabalho pastoral. Envolve alimentar, agrupar, proteger, fortalecer e conduzir as ovelhas, sem fazer acepção de nenhuma delas. Alimentar as ovelhas é providenciar-lhes nutrição espiritual saudável e confiável. Agrupar as ovelhas não é apenas ajuntá-las, é também mantê-las unidas. É buscar as que se desviaram e procurar as que se perderam. Tem a ver, também, com não as afugentar ou dispersar. Proteger as ovelhas é defendê-las das garras do mundo, da carne e do diabo. A paz com Deus as fez perder a paz com eles [o mundo]. Significa, ainda, guardá-las dos ataques dos falsos mestres.

Fortalecer as ovelhas é consolar as desanimadas, amparar as fracas, ministrar às enfermas. Conduzir as ovelhas é ir sempre adiante delas, parar ajudá-las a andar pela trilha, e não atrás. Estas ovelhas fazem parte do rebanho de Deus que está entre vós. A palavra rebanho, com este sentido figurado, aparece só mais seis vezes no Novo Testamento (Mt 26:31; Lc 12:32; Jo 10:16; At. 20:28, 29; I Pe 5:3). A NVI traduz que está entre vós por que está aos seus cuidados. Nota-se que o rebanho é de Deus, isto é, pertence a Deus, e não ao pastor. O pastor é apenas um servo, que cuida das ovelhas de outro. Ele mesmo não tem ovelhas. Sendo assim, não fica bem que o pastor as chame de minhas ovelhas. Só Deus pode chamá-las assim. E é bom lembrar que ele [pastor], só cuida delas porque Deus o chamou para essa missão, senão, nem servo delas seria. Deus as confiou a ele.

2. A motivação correta

O pastoreio precisa ser realizado não por constrangimento (5:2b). Isso significa que o pastor não deve pastorear porque é forçado a fazê-lo. Mas espontaneamente, como Deus quer (5:2c) significa por livre vontade e escolha. Como Deus quer significa “de um modo que agrade a Deus”. Mas poderia significar também “como Deus o faria” ou “da forma como Deus o faz”. O cuidado do rebanho “não é um trabalho que alguém pode ser coagido a realizar. O Espírito Santo encarrega o indivíduo da responsabilidade e lhe concede capacidade para cumpri-la; mas cabe ao [pastor] responder com um coração disposto”. [MacDonald (2008: 933).] Deve haver um impulso íntimo. Nem por sórdida ganância (5:2d) significa que a motivação daquele que pastoreia não deve ser o ganho ou lucro material envolvido em seu serviço, mas de boa vontade (5:2e). A NTLH traduziu acertadamente esta expressão desta forma: mas com o verdadeiro desejo de servir. Aqui não se faz objeção ao salário dos obreiros. Por duas vezes, a Bíblia afirma que digno é o obreiro do seu salário (Lc 10:7b; I Tm 5:18). Faz-se, sim, uma oposição à cobiça do obreiro, ao seu ávido desejo pelo dinheiro, um dos desejos que mais perdas e dores causam àquele que pastoreia (I Tm 6:3-10). O espírito mercenário é totalmente incompatível com o ministério pastoral bíblico.

Nem como dominadores dos que vos foram confiados (5:2f) significa que o pastoreio deve estar livre de atitudes ditatoriais e opressoras. Dominadores é a tradução da palavra katakurieuo, colocar sob o seu domínio, manter em sujeição, exercer senhorio sobre. Aqui, temos uma condenação explícita do autoritarismo pastoral. Antes, tornando-vos modelos do rebanho (5:2g) significa que aquele que pastoreia deve ser exemplo a ser imitado pelos que lhes foram confiados. Ele deve caminhar à frente deles, e não empurrá-lo por trás. Deve “viver de tal forma que a sua vida seja um tipo [esta é a palavra grega traduzida por modelos] do viver evangélico” [Mueller (1988:257).].

3. A premiação futura

Quem pastoreia o rebanho de Deus com a motivação correta, receberá uma recompensa logo que o Supremo Pastor se manifestar (5:4a). Esta é a única vez em que este título é usado em todo o Novo Testamento. No grego é archipoimen, sendo que archi é maior, sumo, chefe, líder e poimen é pastor. Cristo é o pastor principal, primeiro, superior do rebanho de Deus. Todos os outros pastores estão abaixo dele, agem em nome dele, servem pela graça e poder dele, e prestam contas a ele. Além de ser bom pastor (Jo 10:14), que morreu pelas ovelhas e o grande Pastor que vive pelas ovelhas (Hb 13:20), Cristo é também o Supremo Pastor que, em breve, virá para buscar as ovelhas. Esta sua vinda está expressa na palavra manifestar (phaneroo). Pedro utilizou essa mesma palavra para se referir à primeira vinda de Cristo em 1:20. Outra palavra também usada por ele para tratar do segundo advento do Senhor é revelação (apokalupsis), que ocorre em 1:6 e 4:7, 9. A palavra manifestar, em especial, encerra um significativo ensinamento doutrinário, também presente em outros textos do Novo Testamento: o de que a segunda vinda de Jesus será tão pessoal e visível quanto a primeira. Esta vinda será uma grande bênção para aqueles que pastorearam, tanto em público, quanto em particular, com fidelidade. Eles, nessa ocasião, irão receber a imarcescível coroa da glória (5:4b). A palavra grega traduzida por imarcescível (amarantinos) é semelhante aquela empregada em 1:4 para se referir à herança celestial, e está associada à flor chamada de amaranto, que, retinham o frescor por longo tempo.

As coroas feitas com essas flores eram dadas aos atletas vitoriosos como prova de sua glória. A coroa desse texto “não é o diadema associado com realeza. É o prêmio dado por serviço fiel”. [Clifton (1985:200).] Essa coroa da glória é “a vida eterna com Deus e com Cristo, a participação no mundo novo, no qual a glória dEle irá brilhar sobre todos, e eles participarão dela”. [Mueller (1988:257).]

4. A rebelião proibida

Ao tratar da relação conjugal, em 3:1-7, Pedro se dirigiu aos dois cônjuges, mostrando quais os deveres de cada um. Ele adota essa mesma atitude, aqui em 4:1-7, quando trata do rebanho de Deus. Ele instrui tanto aos que o pastoreiam, quanto aos que são pastoreados: Rogo igualmente aos jovens: sede submissos aos que são mais velhos (4:5a). A palavra jovens (neoteros), cujo sentido literal é “os mais moços”, contrasta com os que são mais velhos. A palavra traduzida por mais velhos é a mesma que foi traduzida por presbíteros no versículo 1 e pode ser uma alusão a eles e não a outro grupo da igreja. Tudo indica, então, que jovens mencionados aqui representem todos que fazem parte do rebanho, aqueles que não são presbíteros, mas que estavam entre eles e foram confiados a eles. A este grupo foi dirigida a mesma ordem, que, anteriormente, fora dirigida aos cidadãos (2:13), escravos (2:18 e mulheres (3:1): sede submissos. Essa ordem, que, como já vimos, significa organizar-se ou colocar-se debaixo da autoridade de alguém, é bastante oportuna especialmente “em tempos de tensão quando há um tendência da parte de alguns indivíduos e grupos de achar que a liderança não ‘está sendo suficientemente vigorosa na sua reação à crise’”. [Taylor (2006: 243).]

Além de submeter-se às decisões dos que os pastoreavam e tratá-los com respeito (a menos, é obvio, que eles os levassem a contrariar a palavra de Deus), eles deveriam cingir-se de humildade (5:5b), assim como Jesus se cingiu por ocasião do lava-pés dos discípulos no cenáculo (Jo 13:1- 17). Sem uma atitude mental humilde, não é possível submeter-se a quem quer que seja. E pior ainda: sem ela, ninguém é agraciado (5:5c) e exaltado pelo Deus (5:6) que abomina e resiste ao soberbo, àquele que se eleva acima dos outros. Só quem se humilha, pode lançar sobre Deus toda a sua ansiedade e experimentar em sua vida o cuidado dele (5:7). Os pastores da época de Pedro deveriam tomar cuidado com o modo como cuidavam das ovelhas de Deus, pois, um dia, quando o Supremo Pastor se manifestasse nas nuvens, com grande glória e poder, com milhares de seus anjos, teriam que prestar contas de seu ministério. Mas, nesse dia, as ovelhas também teriam de prestar contas de como se submeteram e obedeceram àqueles que foram designados pela soberania divina para pastoreá-los. Sendo assim, tanto os pastores quanto as ovelhas têm enormes responsabilidades. Precisam aperfeiçoar a maneira como se relacionam uns com os outros.

II. Aplicando o ensino bíblico a minha vida

Não seja uma ovelha ingrata no rebanho de Deus

Antes a nossa vida de ovelha não era fácil. Estávamos no aprisco do salteador, perdido, adoecido, ferido, raquítico, faminto, sedento, cansado. Havíamos perdido o caminho, mas, agora, fomos trazidos de volta para seguir o Pastor, que cuida da nossa vida espiritual (I Pd 2:25). A nossa situação presente em nada lembra a situação anterior. Hoje, graças ao bom Pastor, nós estamos espiritualmente seguros, saudáveis, nutridos, aliviados. Agora, não temos o direito de nos negar a ajudar a sustentar aqueles que cuidam bem do rebanho. Quem apascenta um rebanho e não se alimenta do leite do rebanho? (I Co 9:7c). Assim o Senhor mandou também que aqueles que anunciam o evangelho vivam do trabalho de anunciar o evangelho (I Co 9:14).


Não seja uma ovelha rebelde no rebanho de Deus

Ouça e atenda a voz de quem cuida bem do rebanho de Deus. Siga a direção espiritual apontada por ele (Hb 12). Ele conhece o caminho. Sabe onde estão as cobras, as valas, as plantas venosas que fazem mal as ovelhas. Sabe também onde estão os pastos verdejantes e as águas tranquilas. Evite se revoltar quando ele o advertir. É para o nosso bem. Ele não quer que você seja vítima nem do lobo nem do ladrão, que vem ao aprisco apenas para destruir e roubar. Abra a sua boca para receber não só o leite, mas também o alimento sólido, para que, por meio dele, possamos nos tornar mais adultos na fé. Enfim, obedeçam aos seus líderes e sigam as suas ordens, pois eles cuidam sempre das necessidades espirituais de vocês porque sabem que vão prestar contas disso a Deus (Hb 13:17 – NTLH).

Não seja uma ovelha soberba no rebanho de Deus

Em lugar de dar a primazia para si mesmo, dê ao Supremo Pastor. Não a tome para si. Não fique discutindo quem é a ovelha maior do aprisco. Convém que aquele que veio não para ser servido, mas para servir cresça e você diminua. Não insista em ser uma ovelha “mandachuva” e em fazer tudo ao seu modo. Se você é uma ovelha de longa data no rebanho, não pense que tem direitos adquiridos sobre ele por tempo de serviço prestado. Não queira ter a última palavra em todas as coisas. O Dono do rebanho se entristece, quando aqueles que cuidam bem do rebanho não têm liberdade para exercer o seu ministério só porque tudo deve ser feito à maneira de umas poucas ovelhas. O Senhor lhes dará a paga segundo as suas obras (II Tm 4:14b).

Conclusão

Ai do pastor que apascenta a si mesmo e não as ovelhas que estão sob os seus cuidados! Ai do pastor que abandona as ovelhas e foge, quando vê o lobo, rondando o aprisco! Ai do pastor que faz as ovelhas errar e as deixam desviar para os montes, onde viram pastos para as feras! Ai do pastor que dá atenção para as ovelhas fortes e sadias e rejeita as magras e doentes! Ai do pastor que apóia a fé das ovelhas não no poder de Deus, mas na sabedoria humana! Ai do pastor que não serve as ovelhas, mas quer ser servido por elas. Ai do pastor que não pode ver uma mulher sem intenção impura, no coração. Ai da ovelha que tem uma atitude irreverente em relação à autoridade pastoral! Ai da ovelha que age entre o rebanho com base no orgulho e na glorificação de si mesma! Ai da ovelha que espalha, entre as outras ovelhas, acusações falsas e infundadas a respeito dos que as apascentavam! Ai da ovelha que tem comunhão com apóstatas e patrocina o seu ministério! O pastor e a ovelha que vivem assim irão ouvir as seguinte palavras do Supremo Pastor: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos (Mt 25:41).

Mas o pastor e a ovelha que viveram apenas para agradá-lo ouvirão: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado (Mt 25:34).


Fonte:
Departamento de Educação Cristã
Paulo Cesar Amaral
Reportagem: Revista Veja produzida pelas repórteres Camila Pereira e Juliana Linhares, e que circulou em 12 de junho de 2006 - Edição 1964. Para ler a reportagem na íntegra acesse a Seleção e edições anteriores e procure esta edição no ano de 2006 no acervo digital.

3 comentários:

  1. HOJE MUITOS LIDERES RELIGIOSOS, PASTORES, PRESBITEROS, DIACONOS E ATÉ DIRETORES DE IGREJA USAM DAS MAIS SOFISTICADAS TECNICAS DE ORATÓRIA PARA CONVENCER O POVO A PARTICIPAR DAQUELA IGREJA OU DENOMINAÇÃO. NÃO ESTÁO PREOCUPADOS COM A SALVAÇÃO DO CRENTE, COM SUA SAUDE ESPIRITUAL, OLHA APENAS PARA OS NUMEROS E O QUANTO $$$$ ESSE NUMEROS IRÃO RENDER.

    TRISTE SABER QUE IRÃO PRESTAR CONTAS AO SUMO PASTOR QUE CONFIOU O REBANHO. E AO IVÉNS DE CUIDAREM DEVORARAM SUA CARNE.

    NUNCA UMA REPORTAGEM FOI TÃO ATUAL. É DEUS ALEERTANDO O POVO. INFELIZMENTE O POVO TAPA O OUVIDO PARA NÃO OUVIR O SENHOR.

    BELO ARTIGO, QUEM DERA OS PASTORES OBEDECESSEM CLARAMENTE A PALAVRA DE DEUS E AGUARDASSEM, NÃO AGORA A SUA RECOMPENSA, MAS NAQUELE DIA EM QUE O SENHOR VIRÁ PARA BUSCAR A SUA IGREJA.

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  2. ESTOU TÃO DESCRENTE EM IGREJAS, QUE NO MOMENTO NÃO FREGUENTO NENHUMA.A MINHA FÉ É SÓ EM CRISTO JESUS.A FINAL QUANDO MARTINHO LUTERO FEZ A REFORMA PROTESTANTE ELE ESTAVA COMBATENDO TUDO ISSO.NÃO PRECISA DE PADRE,NÃO PRECISA DE PASTOR, A SALVAÇÃO É PESSOAL,A COMUNHÃO É INDIVIDUAL.O PROPRIO JESUS DISSE QUE O SUMO PASTOR ERA ELE,"JESUS".

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  3. Olha, que excelente postagem!

    Quero igualmente indicar o artigo "As tendências do cristianismo popular brasileiro" -
    http://ideiasprotestantes.blogspot.com/2010/09/as-tendencias-do-cristianismo-popular.html

    Um forte abraço,
    Marcos Sampaio
    [Idéias Protestantes]

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