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Jesus Cristo Nosso Único, Fiel e Suficiente Salvador

Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos. (At 4:12 – NVI)

O Cristo se oferece: Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso (Mt 11:28). Todavia, ainda hoje, muitas pessoas não vão até ele, simplesmente por não saberem o quanto ele as ama e por não entenderem o que fez por elas! Nenhum remédio, ainda que seja o melhor, pode ser eficaz, se não for tomado. Jesus Cristo é o remédio para a pior de todas as doenças da humanidade: o pecado. Não há salvação em nenhum outro (At 4:12a). Quando as pessoas que não o conhecem entenderem essa verdade, terão descoberto um grande segredo da Bíblia Sagrada.

Dê uma olhada em suas mãos. Olhe bem para elas. Veja se nelas existem cicatrizes, sinais ou marcas de perfuração de cravos. Jesus sofreu isso por você! Mas não apenas isso; ele morreu por você. Segundo a Bíblia, há cerca de dois mil anos, Jesus veio ao planeta terra com uma missão: salvar a humanidade.

Para isso, teve de morrer em uma cruz. É isso mesmo: numa cruz! Foi necessário que ele padecesse. Ele fez isso por você, para salvar a sua vida. Pense nisto: Por que Jesus tinha de me salvar? Salvar do quê? Por que teve que morrer? Será que não havia outro meio para me salvar?

Jesus é o único meio de salvação. Eu preciso admitir minha condição de pecador e aceitá-lo como o meu salvador, para ter o perdão de meus pecados e a vida eterna que só Cristo oferece.

Se quisermos entender o porquê de tudo isso, é indispensável saber o que aconteceu, lá no início do mundo, no jardim do Éden, onde tudo começou. Ali, Deus criou o ser humano perfeito, para ser feliz e eterno. Ele o fez para ser seu amigo, e, de fato, eram amigos. No entanto, criou o homem e a mulher livres para escolherem ser ou não seus amigos, andar ou não com ele. A prova disso é a ordem dada pelo criador: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás (Gn 2:16-17).

O primeiro casal estava diante de uma decisão, no exercício de seu livre-arbítrio. Em Gênesis 2:16-17, ficou estabelecido um princípio divino: Quem obedece e anda com Deus, merece a vida; mas quem desobedece, virando as costas para Deus, merece a morte. As escolhas humanas teriam consequências. Sabemos bem o que aconteceu, lá no jardim do Éden. A rebelião contra Deus, iniciada no céu e liderada por Lúcifer, chegou até a terra, e nós, os seres humanos, aderimos a essa rebelião, quando Adão e Eva comeram daquele fruto (Gn 3:1-8).

O homem escolheu desobedecer a Deus.

Se desobedeceu, ele merece a morte, pois, como nos diz a Bíblia, o salário do pecado é a morte (Rm 6:23). Sobre isso, o apóstolo Paulo escreveu: … por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram (Rm 5:12). No mesmo sentido, Tiago disse: ... o pecado, após ter-se consumado, gera a morte (Tg 1:15b). A raça humana rebelou-se contra Deus e foi condenada à extinção eterna, por causa de sua transgressão. Essa é a nossa sina. Há uma maldição que pesa sobre nós e é esta: Desde a queda, todos os homens e mulheres nascem inimigos de Deus e escravos do pecado, e, por causa disso, já nascem condenados.

O problema é que nenhum ser humano quer morrer. Fomos criados para vivermos eternamente, ao lado do nosso Pai. Ele pôs no coração do homem o anseio pela eternidade (Ec 3:11 – NVI). Por isso, ninguém aceita a morte. Não queremos morrer! Esse sentimento, em nós, é como um grito da alma. É como se disséssemos a Deus: “Pai, eu pequei e mereço morrer, mas, por favor, eu não quero morrer! Deixe-me viver”. Isso gera um “santo conflito” entre a justiça e o amor do criador. Tente imaginar isso: pela justiça divina, o ser humano pecou e deve morrer, mas, por outro lado, o Senhor o ama profundamente e deseja que ele viva. O homem é totalmente incapaz de salvar a si mesmo. O que fazer, então? Deus tem a saída.

Se houve pecado, tem que haver morte, pois esse é o preço. Tal é a consequência de nossa rebelião. A Bíblia assevera: ... sem derramamento de sangue (morte), não há remissão de pecados (Hb 9:22). Este é o princípio estabelecido por Deus (Gn 2:16-17), que não é homem para mentir, nem filho do homem para que se arrependa (Nm 23:19). Sua palavra não volta atrás. Porque ele é justo, o delito não pode ficar impune. Sendo assim, só havia uma saída para que os humanos fossem salvos: alguém tinha que assumir a culpa e morrer no lugar deles.

Desde a queda, todos os homens e mulheres nascem inimigos de Deus e escravos do pecado, e, por causa disso, já nascem condenados.

Era necessário um substituto. Mas este não poderia ser uma pessoa qualquer. Um pecador não poderia morrer para salvar outro, uma vez que ele morreria por causa de sua própria iniquidade.

Era necessário alguém que não tivesse cometido pecados. Quem se habilitaria? Nenhum homem, em todo o mundo, seria capaz de salvar os outros, pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus (Rm 3:23). É aqui que entra, em nossa história, Jesus Cristo, o Salvador. Ele se fez carne (cf. Jo 1:14), isto é, tornou-se um humano e habitou conosco; veio se sacrificar por nós.

Sem a encarnação, nós não teríamos um Salvador, porque, uma vez que Deus não pode morrer, esse Salvador deveria ser um humano, para que pudesse morrer. Todavia, um homem comum não teria o poder de salvar todos os demais, nem teria o valor pleno e eterno para pagar pelo pecado. Por isso, o Salvador também deveria ser Deus. Só assim teria esse poder. Assim, precisávamos de um Salvador que fosse Deus e homem, ao mesmo tempo. É exatamente isso que encontramos em nosso Jesus: ele é o Deus-homem [1] (Hb 10:1-10); é o “novo Adão”; o novo representante da raça (Rm 5:14); é o substituto perfeito! O carpinteiro de Nazaré viveu como um de nós, por mais de 30 anos, e foi tentado em tudo; porém, não pecou em nenhum momento (Hb 4:15; 1 Pd 2:22).

Ora, se ele viveu como um de nós, aqui na terra, e não pecou, o que ele merece? É obvio que, conforme o princípio estabelecido pelo criador, em Gn 2:16-17, ele merece a vida (Rm 5:12-21). E nós, os pecadores, o que merecemos? Pelo mesmo princípio, merecemos a morte. Sendo assim, em seu infinito amor, Deus propõe uma substituição: Jesus tomaria o nosso lugar! Ele morreria a nossa morte, para nós vivermos a vida que era dele por direito! O que aconteceu, no Calvário, foi isto: uma troca de amor. Cristo pagou a nossa dívida. Ele anulou os nossos pecados. O Senhor sofreu pelos pecados uma vez por todas, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus (1 Pd 3:18). Seu sacrifício oferece perdão, reconcilia os humanos com o criador e concede vida eterna àqueles que estavam condenados à destruição eterna.

A cruz de Cristo não foi um acidente, mas um projeto divino. A morte de Jesus não ocorreu por acaso. O Salvador veio para ser o holocausto. Está escrito: Deus, por sua própria vontade e sabedoria já havia resolvido que Jesus seria entregue (At 2:23 - NTLH).

Ele não morreu como um mártir, mas como o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! (Jo 1:29). O Calvário é uma ideia de Deus. Por quê? Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3:16). Para nos salvar, Deus enviou o seu próprio Filho para a morte. Jesus se despiu de sua glória, vestindo a roupa de servo, e marchou vitoriosamente para a cruz. Não havia um caminho mais fácil! A salvação, para você, é de graça, mas, para Deus, foi cara demais. Na mente do Pai, já havia um propósito, e tudo aconteceu como fora determinado.

Um pouco antes de ir para o Calvário, Jesus orou: Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres (Mt 26:39). Nesta oração, o lado humano de Jesus se aflorou, diante do horror que se aproximava. Ele pediu que, se, de alguma forma, fosse possível, o Pai fizesse a expiação da humanidade sem que ele tivesse de enfrentar a cruz, mas insistiu em que a vontade divina fosse realizada. A Bíblia diz que, após a oração, ele não foi dispensado de sua missão, mas fortalecido para cumpri-la, pois apareceu-lhe um anjo do céu que o fortalecia (Lc 22:43).

Isso nos confirma que era desejo do Pai que Jesus levasse a cabo a obra da expiação, pois, para que o plano de salvação se consumasse, a morte de Cristo era inevitável. [2] Essa era a vontade do Pai e também a vontade do Filho. Ele podia ter desistido, mas foi até o fim, por nos amar: Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus (Ef 5:2). Ninguém poderia matá-lo, se ele não permitisse. Ele, voluntariamente, entregou a sua vida (Jo 10:18).

Sua morte foi um ato altruísta. Seu sacrifício, uma prova de amor. Ah, como o Salvador sofreu! Nem mesmo o filme “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson, considerado pela crítica como de alto nível de violência, pôde dimensionar ou exaurir o tamanho do sofrimento dele: ... foi esmagado por causa de nossas iniquidades (Is 53:5). Bem piores que as dores no corpo, foram as dores na alma. O santo Jesus sentiu o “peso de consciência” de toda a humanidade (cf. Is 53:6,12); suportou tudo sem reclamar, e consumou a obra redentora. Lá na cruz, exclamou em alta voz: Tetelestai!, que significa: “Está consumado!” (Jo 19:30).

Naquele tempo, era comum pregar-se um documento com a acusação na porta da cela de um preso condenado. Mas, quando este cumpria a pena, o documento era arrancado da porta e gravado sobre ele a palavra “Tetelestai”, para se declarar que a pena fora cumprida na sua totalidade. O documento era entregue nas mãos daquela pessoa e ninguém mais podia acusá-la daqueles crimes. [3] Quando Jesus disse “Está consumado!”, estava dizendo: “A dívida está quitada!”. Ele pagou o nosso débito integralmente. Ali, Jesus perdoou nossos pecados, reconciliou-nos com Deus e concedeu-nos a vida eterna. Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus (Rm 8:1). Depois que morreu na cruz, Jesus foi sepultado, mas, ao terceiro dia, ressuscitou.

O Salvador venceu a morte! Após cumprir sua missão, foi recebido pelo Pai, nos céus (Jo 16:10). A ressurreição e a ascensão são as maiores evidências de que Jesus Cristo é o Cordeiro perfeito, que pagou o preço total pelos pecados. [4] Por isso, o Pai o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome (Fp 2:9). Seu nome é Salvador!

O que precisamos fazer para desfrutar do perdão dos pecados e da salvação em Cristo? 

O primeiro passo é reconhecer que somos pecadores e merecemos o castigo divino. Na Bíblia, o pecado é algo gravíssimo; é a causa de todo o mal que já existiu e existe na humanidade; é rebelião contra o criador, e custou a vida do Redentor. Deus, que é santo, não aceita nenhum pecado, por menor que seja. Por outro lado, segundo a palavra de Deus, todos os descendentes de Adão são pecadores indesculpáveis e indignos, perante Deus. Está escrito: ninguém é justo, nenhum sequer (...). Todos se desviaram, todos caíram no erro. A Bíblia também diz que todos fracassaram, e estão afastados da glória de Deus (Rm 3:10,12,23 – BV). Você se reconhece como um pecador? Reconhecer isso é admitir que você precisa da misericórdia de Deus.

O segundo passo que precisamos dar, para desfrutar do perdão dos pecados e da salvação em Cristo, é ir até Jesus, crendo que a morte dele na cruz é suficiente para salvar você e quitar o seu débito com Deus. O perdão dos pecados e a vida eterna estão disponíveis a todos, através do sacrifício de Jesus; contudo, como já vimos, assim como o remédio só fará efeito na saúde de quem o tomar, a salvação só fará sentido na vida daquele que crer no Salvador (Mt 11:28-30; Jo 3:16-18). Você precisa saber que o Pai nos amou e enviou seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados (1 Jo 4:12 – BJ). Também precisa entender que a todos que receberam Jesus, Deus deu o poder de serem feitos seus filhos. (Jo 1:14, compare com Rm 5:12-21). Recebendo-o como o Salvador e Senhor de sua vida, os seus pecados são cancelados e você se reconcilia com o criador.

Concluindo

Medite no tamanho do amor de Cristo por você: pense na cruz e no sofrimento do Salvador. Ele é o soberano que se humilhou; o Deus bendito que se fez maldição por mim e por você (Gl 3:13); aquele que tomou o meu lugar e, como representante da raça humana, cumpriu a lei que eu quebrei. Ele foi o meu substituto, na cruz; suportou a morte mais horrível para que eu tivesse vida com abundância (Jo 10:10). Creia sempre em Jesus e o tenha como seu Salvador e Senhor, a seja-lhe grato pelo seu amor.

Obrigado, Senhor, por demonstrar o seu amor, ao morrer por nós; ajude-nos a mostrar o nosso amor, vivendo para ti.

Que Deus nos abençoe! Glórias a Jesus Cristo, nosso único, fiel e suficiente Salvador!!!!!!



Bibliografia:

1. RYRIE, Charles C. Teologia Básica ao alcance de todos. Tradução: Jarbas Aragão. São Paulo: Mundo Cristão, 2004. pág. 281
2. CHEUNG, Vincent. Introdução à teologia sistemática. Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto e Vanderson Moura da Silva. São Paulo: Arte Editorial, 2008. pág. 210
3. WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Novo Testamento 1. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006b pág.496
4. HENDRIKSEN, William. Comentário do Novo Testamento: O Evangelho de João. Tradução: Elias Dantas e Neuza Batista. São Paulo: Cultura Cristã, 2004 pág. 725

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PCamaral




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