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Muitos crentes não falam contra novelas, já o Carlos Alberto da Praça é Nossa fala com autoridade!



Por Silvio Costa no Gnoticias

Não porei coisa má diante dos meus olhos. Odeio a obra daqueles que se desviam; não se me pegará a mim. (Salmo 101:3)

No fim do artigo, um vídeo com as considerações sinceras de Carlos Alberto de Nóbrega (Praça é Nossa) sobre as novelas da Rede Globo. Parece que nesses dias de indiferenças e incongruências, as pedras estão clamando!

Este não é um artigo destinado à ateus, livres pensadores e a alguns que se acham os donos da razão. É um apelo a santidade cristã, é um grito contra uma suposta distração que no fim é prejudicial a nossa comunhão com Espírito da Verdade. Realmente o controle remoto está em suas mãos, não sou fundamentalista e os políticos evangélicos não precisam fazer leis contra novelas (seria ridículo propor uma bobagem dessas); o que nós crentes da igreja evangélica brasileira precisamos é abandonar novelas, filmes, seriados e qualquer outra programação que promova o reino do Anticristo no seio de nossas casas; precisamos remir esse tempo subtraído por novelas imorais e consagrá-lo com a leitura da palavra, oração e comunhão familiar. Que o Senhor nos convença através da mansa e suave voz de seu Espírito à uma consciência realmente cristã e evangélica.

Para toda a sociedade as novelas são uma desgraça em variados aspectos. A questão é que nem toda a sociedade segue a Palavra de Deus, mas nós os evangélicos dizemos que sim; então, como podemos permitir uma incoerência dessas em nossas vidas? Pois é ilógico condenar os atos de prostituição (adultério, fornicação, homossexualismo), é absurdo pregar contra faltas morais (mentiras, fraudes, suborno, extorsão) e tantos desvios se os vemos com prazer e em alta definição nas nossas telas coloridas de LCD e tubo?

Mesmo sabendo desse inegável prejuízo a vida moral, social e espiritual (pra quem é salvo em Jesus); mesmo assim, continuam os crentes a assistir esses folhetins carregados de peçonha mortal. Não se pode aceitar as tramas novelísticas brasileiras apenas como entretenimento, pois na prática elas proporcionam maldosamente muito mais que distração e passatempo. Do ponto de vista cristão, pautado nas Escrituras, as novelas promovem o pecado. Do ponto de vista moral paladinam a favor das promiscuidades e licenciosidades.

Já é tempo de baixarmos os dedos condenatórios sempre apontados aos outros e tratarmos de nossa hipocrisia e inconsistência de fé; é hora de clamarmos por nossas famílias, tirarmos os ídolos mundanos que tripudiam de nossas crenças dentro de nossas salas e aposentos. É momento de separação das coisas do mundo, isso se algum dito filho de Deus, ainda desejar se aproximar de dEle. Proponho aqui uma recomendação do apóstolo Paulo:

Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. Filipenses 4:8

Assista o video


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